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  • A História da Comemoração do Dia do Papa na Igreja Católica

    imagem Pascom Paróquia São Sebastião A Igreja Católica celebra, anualmente em 29 de junho, o Dia do Papa, uma data que homenageia o ministério do Sumo Pontífice, sucessor de São Pedro. Esta celebração está intimamente ligada à solenidade de São Pedro e São Paulo, dois dos maiores pilares da Igreja primitiva. Essa coincidência não é acidental, mas profundamente simbólica e teológica, refletindo a origem e a missão do papado dentro da tradição cristã. Fundamentos Bíblicos do Papado A origem do papado está fundamentada nas Escrituras, especialmente no Evangelho segundo Mateus, onde Jesus confere a Pedro um papel de liderança entre os apóstolos: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mateus 16,18-19). Esta passagem é interpretada pela tradição católica como a instituição do primado de Pedro, que seria continuado pelos bispos de Roma — os papas. O papel de Pedro como pastor também é reafirmado por Jesus após a ressurreição: “Apascenta os meus cordeiros... apascenta as minhas ovelhas ” (João 21,15-17). A partir destes textos, a Igreja vê o papa como o vigário de Cristo na Terra, pastor universal e sinal de unidade. Origem Histórica da Comemoração A solenidade de São Pedro e São Paulo remonta aos primeiros séculos do cristianismo. Ambos os apóstolos foram martirizados em Roma sob o imperador Nero por volta do ano 64 d.C. Pedro, segundo a tradição, foi crucificado de cabeça para baixo no Vaticano, e Paulo decapitado na Via Ostiense. A celebração do Dia do Papa no mesmo dia visa ressaltar a figura de Pedro, considerado o primeiro papa, e a continuidade apostólica através de seus sucessores. Esta tradição foi fortalecida a partir do século IV, com o crescimento do culto aos mártires e o reconhecimento da importância da sede romana como centro da cristandade. A data de 29 de junho foi escolhida por ser, de acordo com antigas tradições, o dia do martírio de ambos os apóstolos. Desde então, os fiéis passaram a prestar homenagens ao sucessor de Pedro nesta data. Significado Litúrgico e Eclesial O Dia do Papa é uma ocasião para a Igreja manifestar comunhão e obediência ao seu líder espiritual. Em muitos países, os fiéis enviam mensagens, rezam e participam de celebrações litúrgicas em ação de graças pelo ministério do papa. Além disso, nesta data realiza-se a tradicional coleta do Óbolo de São Pedro, uma oferta feita pelos católicos do mundo inteiro como sinal de apoio ao Santo Padre em suas obras de caridade e necessidades administrativas da Santa Sé. O Papado ao Longo dos Séculos Desde São Pedro até os dias atuais, a Igreja já teve mais de 260 papas. Alguns papas marcaram profundamente a história da Igreja e da humanidade, como São Leão Magno (século V), São Gregório Magno (século VI), Inocêncio III (século XIII), e mais recentemente São João Paulo II (século XX). Cada um exerceu sua missão de forma única, enfrentando desafios teológicos, políticos e pastorais, mas sempre buscando guardar a unidade da fé. O Papa na Atualidade O papa atual, Leão XIV, eleito este ano de 2025, é o 267º sucessor de Pedro. Com um estilo pastoral equilibrado e sua firmeza doutrinal, tomando como base seu pastoreio como missionário no Peru como sendo um líder acessível, atento à espiritualidade e a formação do clero e com a visão espiritual de que Cristo é o centro da vida da igreja. A comemoração do Dia do Papa no dia 29 de junho é uma expressão viva da fé católica na sucessão apostólica, na unidade da Igreja e no papel do papa como servidor dos servos de Deus. Fundada na Escritura, nutrida pela Tradição e confirmada pela história, essa data é ocasião de renovação da fidelidade ao sucessor de Pedro e de oração por sua missão. Por Pascom Paróquia São Sebastião Referências Bibliográficas: 1. Bíblia Sagrada. Tradução da CNBB. São Paulo: Edições CNBB, 2002 2. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Loyola, 2000 3. Por que a Igreja celebra a Solenidade de São Pedro e São Paulo? 4. Santos Pedro e Paulo 5. VATICANO. Óbolo de São Pedro. 6. BROWN, Raymond E. Pedro na Tradição da Igreja. São Paulo: Paulinas, 1992

  • Tapetes de Corpus Christi: fé, arte e tradição popular

    Foto: Pascom São Sebastião A confecção dos tapetes de Corpus Christi  é uma expressão religiosa e cultural que encanta fiéis e visitantes em diversas cidades do Brasil e do mundo. A tradição consiste na produção de tapetes ornamentais feitos manualmente sobre as ruas, utilizando materiais simples como serragem colorida, sal, areia, flores, pó de café, tintas, entre outros elementos naturais. Esses tapetes são confeccionados por voluntários, geralmente membros da comunidade, grupos de pastoral, como uma forma de homenagear o Santíssimo Sacramento . Eles decoram o caminho por onde passará a procissão de Corpus Christi , conduzindo o ostensório com a hóstia consagrada, que representa o corpo de Cristo. A celebração de Corpus Christi tem origem no século XIII, instituída pelo Papa Urbano IV, e ocorre sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade , celebrando o mistério da Eucaristia — a presença real de Cristo no pão consagrado. Mais do que um ato estético, os tapetes são um gesto de devoção, fé e partilha comunitária . Cada figura, símbolo ou cor escolhida para o tapete carrega significados religiosos: o cálice, o pão, a cruz, o cordeiro, o trigo e as uvas, por exemplo, remetem à Eucaristia, ao sacrifício de Cristo e à comunhão dos fiéis. Além de sua dimensão espiritual, os tapetes de Corpus Christi também fortalecem os laços entre as pessoas que o confeccionam, transformando a fé em arte, para Jesus passar. Por: Pastoral da Comunicação Paróquia São Sebastião

  • 2ª Temporada do Podcast Conexões da Fé estreia com a Pastoral da Pessoa Idosa

    A Pastoral da Comunicação (PASCOM) da Paróquia São Sebastião iniciou com entusiasmo a 2ª temporada do podcast Conexões da Fé . No episódio de estreia, o programa traz como tema “Conhecendo as Pastorais” , com a participação especial da Pastoral da Pessoa Idosa (PPI) . As convidadas do episódio são Domícia Figueiredo  e Tainá Leonel , representantes da PPI São Sebastião. Em um bate-papo acolhedor e informativo, elas compartilharam como a pastoral atua em nossa comunidade, promovendo o cuidado, a atenção e o acompanhamento aos idosos com base na espiritualidade e no amor cristão. Inspiradas pelo lema "Dai ao nosso coração sabedoria" (Sl 90) , Domícia e Tainá explicaram como a missão da PPI vai além do acompanhamento físico: é também um gesto de presença, escuta e evangelização junto aos mais experientes da nossa paróquia. 📍 O episódio já está disponível no Spotify e em todas as plataformas digitais. Acesse, escute e compartilhe essa iniciativa de fé, serviço e comunhão. 🔗 Clique aqui e ouça agora:   Spotify - Conexões da Fé

  • Tríduo e Festa do Sagrado Coração de Jesus: dias de fé e esperança na Paróquia São Sebastião

    Entre os dias 24 e 27 de junho , a Paróquia São Sebastião, em Porto Seguro (BA), convida toda a comunidade para participar do Tríduo e Festa do Sagrado Coração de Jesus , um tempo especial de oração, reflexão e encontro com o amor misericordioso de Cristo. Com o tema “Sagrado Coração de Jesus, Sinal de Esperança para o mundo. Amou-nos”  (Rm 8, 37), o evento contará com momentos de espiritualidade profunda, como a meditação do terço  e a celebração da Santa Missa  em todas as noites do tríduo, além da solenidade especial na sexta-feira, 27/06 , às 15h. A programação será conduzida com o apoio das pastorais, movimentos e serviços da paróquia, que se revezarão na animação, acolhida e liturgia de cada dia. Cada celebração abordará uma reflexão diferente sobre o amor e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Confira a programação: 🗓️ 1º Dia – 24/06 (terça-feira) ⏰ 18h15 – Meditação do Terço | 19h – Santa Missa 📌 Tema: “Entender a importância do coração e regressar para ele” 🔸 Responsáveis: ECC, Alvorada, Dízimo, Terço dos Homens, Catequese C., Neocatecumenal 🗓️ 2º Dia – 25/06 (quarta-feira) ⏰ 18h15 – Meditação do Terço | 19h – Santa Missa 📌 Tema: “Gestos que refletem o coração” 🔸 Responsáveis: Pastoral Familiar, RCC, Ministério de Música, Batismo 🗓️ 3º Dia – 26/06 (quinta-feira) ⏰ 18h15 – Meditação do Terço | 19h – Santa Missa 📌 Tema: “A difusão da devoção ao Coração de Cristo” 🔸 Responsáveis: MECE, Acolhida, Jovens, PASCOM, Coroinhas, Vicentinos 🗓️ Solenidade – 27/06 (sexta-feira) ⏰ 14h15 – Meditação do Terço | 15h – Santa Missa 📌 Tema: “Sagrado Coração de Jesus, Sinal de Esperança para o mundo” 🔸 Responsáveis: Apostolado, PPI, Liturgia, Mães que oram pelos filhos, Pastoral da Criança, MECE Venha participar com sua família!  💒Vamos juntos viver essa festa de amor, fé e renovação espiritual no Coração de Jesus.

  • Peregrinos da Esperança no verdadeiro pão da vida

    Foto: Pascom São Sebastião A festa de Corpus Christi nos lembra que somos chamados a ser peregrinos na jornada da vida, sempre buscando a esperança que vem de Cristo. Como ensina São Paulo em 1 Coríntios 11,26: "Portanto, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. " Essa manifestação de fé é uma oportunidade de renovação espiritual e de reafirmar o compromisso de seguir os ensinamentos de Jesus. O tema do ano jubilar, "Peregrinos da Esperança", nos convida a sermos testemunhas da esperança cristã, caminhando juntos na fé e na solidariedade. Assim, celebramos a Eucaristia como fonte de esperança e união para toda a comunidade. somos convidados a refletir sobre nossa caminhada de fé como verdadeiros peregrinos que percorrem caminhos com os corações esperançosos em busca de algo maior, que são as promessas de Jesus, o verdadeiro pão da vida, especialmente nesta celebração de Corpus Christi. Ao celebrarmos o Corpo de Cristo, renovamos nossa esperança na presença viva de Jesus entre nós. Ele é o alimento que sustenta nossa jornada, a esperança que nos fortalece nos momentos difíceis e a luz que ilumina nossos caminhos. Como peregrinos, somos convidados a levar essa esperança a todos ao nosso redor, sendo testemunhas do amor de Deus em nossas ações diárias. Que neste tempo de jubilo que é a festa de Corpus Christi,  uma celebração muito importante na fé católica, desde século XIII, comemorada em honra ao Santíssimo Sacramento, o corpo e sangue de Jesus Cristo presente na Eucaristia, possamos nos aproximar do Santíssimo Sacramento dando testemunho público da nossa fé e gratidão, de corações abertos para renovar nossa esperança e compromisso de seguir Jesus, nosso verdadeiro caminho, verdade e vida, fortalecidos pela presença do Senhor em nossas vidas, seguido sempre juntos nesta linda caminhada de fé! Por: Pastoral da Comunicação Paróquia São Sebastião

  • 15/06 - Dia Mundial de Conscientização contra a violência a Pessoa Idosa

    No dia 15 de junho, celebramos o Dia Mundial de Conscientização contra a Violência à Pessoa Idosa . Esta data nos convida à reflexão e ao compromisso com o respeito, cuidado e proteção daqueles que tanto contribuíram com suas histórias e experiências. A Paróquia São Sebastião , por meio da Pastoral da Pessoa Idosa  e da Pastoral Familiar , realizará uma Ação de Conscientização Paroquial , com uma Santa Missa especial às 19h , em intenção aos nossos idosos e suas necessidades. A violência contra a pessoa idosa, infelizmente, ainda é uma realidade. Por isso, é fundamental: 🔹 Denunciar os abusos 🔹 Promover a dignidade 🔹 Incentivar a escuta e o acolhimento Valorize quem tem mais experiência. Respeite. Cuide. Denuncie. 📍 Local: Igreja Matriz São Sebastião ⏰ Horário: 19h 📢 Realização: Pastoral da Pessoa Idosa e Pastoral Familiar

  • Programação de Corpus Christi 2025

    A Paróquia São Sebastião convida todos os fiéis a participarem da Solenidade de Corpus Christi , uma das celebrações mais importantes da nossa fé católica, em que adoramos a presença real de Jesus Cristo na Eucaristia. 📅 Programação: 🕕 06h00  – Confecção dos Tapetes (Rua das Palmeiras)Venha contribuir com a confecção dos tradicionais tapetes de Corpus Christi, expressão de fé, arte e comunidade. 🕓 16h00  – Santa Missa Solene , com transmissão ao vivoLogo após a celebração, faremos a Procissão com o Santíssimo Sacramento  pelas ruas da comunidade. “Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.” (Lucas 22,19) Contamos com sua presença e oração para vivermos juntos este momento de fé, adoração e amor a Jesus Eucarístico.

  • Sorteio Beneficente: Balaio Junino

    🎉🎁 SORTEIO BENEFICENTE - BALAIO JUNINO 🎁🎉 Vem aí o grande Sorteio Beneficente em prol do “Forró do Bastião”! 🗓 Data do Sorteio: 05 de julho de 2025 🎟 Valor do Bilhete: R$ 10,00 (dez reais) 📍 Compre na Secretaria da Paróquia São Sebastião ou com os membros das pastorais! 🧺 Concorra a um Balaio Junino recheado de delícias típicas dessa época especial (imagem meramente ilustrativa). Toda a renda será revertida para a realização do nosso Forró do Bastião! Vamos juntos fortalecer nossa cultura, fé e comunidade. Participe e ajude essa causa tão bonita! ❤️💃🕺 #ForróDoBastião #BalaioJunino #SorteioBeneficente #ParóquiaSãoSebastião #FestaJunina #CulturaPopular #PASCOM

  • A vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos se deu no dia de Páscoa

    Fonte: Vatican News O autor do Evangelho deste domingo, João Evangelista, nos diz que a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos se deu no dia de Páscoa. Ele deseja fazer-nos compreender que o Espírito que conduziu Jesus para sua missão de salvar a Humanidade é o mesmo que agora conduz a Igreja, comunidade dos seguidores de Jesus, na continuidade da mesma missão. A Igreja torna presente, na História, o Cristo Redentor. Quando os discípulos, à tarde do primeiro dia da semana, estão reunidos, o Senhor aparece no meio deles e lhes comunica a paz. Mostra-lhes os sinais de seus sofrimentos para lhes dizer que, apesar de seu aspecto glorioso, a memória da paixão não poderá ser deixada de lado, que a glória veio através da cruz. Estamos no primeiro dia da semana, não nos esqueçamos. Exatamente com esse sentido do novo, do novo pós pascal, isto é, do novo eterno, que não caduca, que não envelhece, Jesus faz a nova criação soprando o Espírito sobre seus seguidores. É uma referência à criação do homem, relatada no cap. 2º, vers. 7 do Gênesis, quando diz que Deus insuflou em suas narinas o hálito de vida e o homem passou a viver. No relato desse fato na tarde pascal, temos a criação da Comunidade Cristã. A missão é dada logo em seguida: perdoar os pecados e até retê-los, se for o caso. Pecado é aquilo que impede a realização do projeto do Pai, que é a felicidade do ser humano. Ora, perdoar os pecados significa lutar para que os planos de Deus cheguem à sua concretização e, evidentemente, devolvendo àquele que está arrependido de suas ações contrárias a esse plano, a reconciliação. Pelo batismo e pela crisma fazemos parte dessa comunidade que deve continuar a missão redentora de Jesus. Que honra! Que nossas ações, seja na família, no trabalho ou no meio dos amigos, colaborem com a alegria e felicidade daqueles que nos cercam. Assim estaremos dando glória a Deus, pois a glória de Deus é a felicidade do homem. Fonte: Vaticannews

  • Papa reza pelas famílias, especialmente as que sofrem com as guerras

    Foto: Vatican MediaIPA/Sipa USA via Reuters Connect No Regina Caeli deste domingo, 1º, rezado no encerramento da Missa do Jubileu das Famílias , o Papa Leão XIV voltou a pedir paz e a agradecer às “pequenas igrejas domésticas nas quais o Evangelho é acolhido e transmitido”. “A família – dizia São João Paulo II – tem origem no amor com que o Criador abraça o mundo criado (Carta Gratissimam sane, 2). Que a fé, a esperança e a caridade cresçam sempre nas nossas famílias. Uma saudação especial aos avós e aos idosos. Vós sois o modelo genuíno de fé e inspiração para as jovens gerações. Obrigado por terem vindo!”, disse o Santo Padre. O Papa destacou que neste domingo, na Itália e em vários países, é celebrada a Solenidade da Ascensão do Senhor. “É uma festa muito bonita, que nos faz olhar para a meta da nossa viagem terrena”, afirmou. Ele recordou ainda a beatificação de 15 religiosas em Braniewo, na Polônia, mortas em 1945 pelos soldados do Exército Vermelho. “Apesar do clima de ódio e terror contra a fé católica, elas continuaram a servir os doentes e os órfãos. Confiamos à intercessão das novas Beatas mártires todas as religiosas do mundo que se gastam generosamente pelo Reino de Deus”. O Santo Padre lembrou também o Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado hoje, e agradeceu “aos profissionais da comunicação social que, zelando pela qualidade ética das mensagens, ajudam as famílias na sua tarefa educativa”. “Que a Virgem Maria abençoe as famílias e as sustente nas suas dificuldades: penso especialmente naquelas que sofrem por causa da guerra no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras partes do mundo. Que a Mãe de Deus nos ajude a prosseguir juntos no caminho da paz”, concluiu. fonte: Canção Nova

  • Vem ai o Forró do Bastião em julho

    🎉💃🌽 VEM AÍ O FORRÓ DO BASTIÃO! 🌽🕺🎉 A Paróquia São Sebastião convida você e sua família para uma noite animada de muita fé, alegria e tradição! 💛 . 📅 Dia: 05 de julho 🕔 Horário: A partir das 17h 📍 Local: ao lado da igreja . 🍛 Comidas típicas 🎶 Música ao vivo 🧑‍🌾 Quadrilha 👨‍👩‍👧‍👦 Ambiente familiar ✨ E muito mais! . Traga sua alegria, vista seu traje caipira e venha celebrar com a gente! 🙌 #ForróDoBastião #ParóquiaSãoSebastião #FestaJunina #SãoJoão #PortoSeguro #Tradição #FéEFesta

  • A alegria que vem do mistério da Cruz

    Foto: Pascom São Sebastião A Diocese de Eunápolis viveu uma alegria inefável nestes últimos seis meses de preparação para a Celebração do jubileu dos 525 anos da Primeira Missa no Brasil. Inicialmente, foi graças a visita da réplica da cruz que percorreu todas as paroquias da Diocese e teve o seu ponto alto com a chegada da “Cruz Original” que veio diretamente do museu de Braga - Portugal, graças a iniciativa do Pe. Omar Raposo, que coordenou a missão “Brasil com fé”, trazendo esse tão significativo símbolo da fé cristã no dia 26 de abril, exatamente no dia da grande comemoração do Jubileu dos 525 anos da Primeira Missa no solo brasileiro, no dia 26 de abril de 1500.  1.      A cruz de Cristo, fonte e origem da verdadeira alegria O símbolo singelo e repleto de significado da “Cruz Original” da Primeira Missa no Brasil sendo passado de mãos em mãos pelas autoridades eclesiásticas e civis e pela veneração dos fiéis por onde a cruz passava, serviu de atualização do ensinamento da igreja em quem afirma “a cruz de Cristo é fonte e origem da verdadeira alegria”. A cruz tem um grande valor para os cristãos porque ela é a condição essencial para seguir a Jesus e receber a dignidade de se unir com Ele. A sua palavra direciona a vida no sentido da liberdade humana: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si, tome a sua cruz e me siga” (Mt 16, 24). Numa outra ocasião, o Senhor também disse que quem não toma a sua cruz e o siga, não é digno dele (Mt 10, 38). São Paulo tinha presente que “A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para os que são salvos, para nós, ela é poder de Deus” (1 Cor 1,18). O Apóstolo também dizia que a pregação do Cristo crucificado era escândalo para os judeus e era loucura para os gentios (1 Cor 1, 23). A cruz é, portanto, sinal de vida e de salvação, porque o Senhor deu a sua vida para salvar toda a humanidade, passando pela cruz e assim ele chegou à glória da ressurreição.  São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, nos séculos IV e V dizia que nenhuma pessoa se envergonhe dos sinais sagrados e veneráveis da nossa salvação, da cruz que é o vértice dos bens humanos, pelos quais as pessoas vivem e são aquilo que são. Ele convidava as pessoas a carregarem a cruz de Jesus como uma coroa, porque tudo se consome nela. A Santa Cruz é um símbolo sempre vivo do amor eterno de Deus para nós pecadores, um símbolo do próprio sacrifício de Cristo, um símbolo de nossa redenção e salvação, um símbolo da vitória de Cristo sobre a morte e Satanás. Pela veneração da Santa Cruz, nós honramos o sacrifício, paixão e morte de Cristo. Sempre que nos persignamos com o sinal da Cruz, nós professamos a nossa fé em nosso Salvador. A cruz é um símbolo central do cristianismo, representando a crucificação de Jesus Cristo e, consequentemente, a redenção e a esperança de vida eterna. Eis porque é portadora da verdadeira alegria. 2.      A cruz como sinal de amor e compromisso para o homem de hoje A Cruz Original da Primeira Missa no Brasil é um símbolo profundamente significativo, carregado de história, fé e espiritualidade. Espiritualmente, essa cruz é um símbolo de conexão com Deus, de proteção e de missão. Ela inspira os fiéis a viverem com fé, esperança e amor, lembrando sempre do compromisso de seguir os ensinamentos de Jesus e de levar sua mensagem de paz e solidariedade. Em João 3,16, lemos: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Essa passagem revela que a cruz é o símbolo do amor incondicional de Deus, que se entregou por nós. Jesus, ao carregar a cruz, demonstrou seu compromisso de salvar a humanidade, oferecendo-se como exemplo de amor sacrificial. Santo Agostinho, refletindo sobre o significado da cruz, por exemplo, via na cruz a vitória do amor de Cristo sobre o pecado e a morte. Para ele, a cruz é o símbolo da esperança e da redenção, um convite para que cada cristão assuma seu compromisso de seguir Jesus, mesmo nos momentos difíceis. H. U. Von Baltasar, na obra “Teologia dos três dias”, apresenta que toda a vida de Jesus deve ser compreendida como um caminho orientado para a cruz. Toda a vida de Cristo, tal qual também deve ser a nossa, foi uma existência para a morte, com uma dimensão transcendental, apresentado como servo destinado à morte por livre decisão. Baltasar deixa claro que a cruz é colocada definitiva e irrevogavelmente antes de toda a glória, “porque não há exaltado que não tenha sido crucificado”. E a glória de Jesus só se entende corretamente ali, onde se entende como a glória do crucificado, glória que se manifesta na ressurreição. Daí surge a afirmação teológica de que, a partir da cruz elevada, Cristo atrairá todos para ele. Baltasar também enfatiza que a cruz é um convite ao homem de hoje a reconhecer o amor de Deus e a responder com fé e compromisso. Ela nos chama a uma relação de entrega e confiança, mostrando que o verdadeiro amor exige sacrifício e entrega total. Assim, a cruz se torna um sinal de esperança e de renovação, lembrando-nos de que o amor de Deus é maior do que qualquer sofrimento ou dificuldade. Nos tempos mais recentes, os papas têm reforçado essa mensagem. São João Paulo II falou muitas vezes sobre a cruz como sinal de esperança e de compromisso com a vida e a dignidade humana. Ele destacou que, ao carregar a cruz, somos chamados a assumir nossas próprias dificuldades com fé e amor, seguindo o exemplo de Cristo. O Papa Francisco reforça essa ideia, lembrando que a cruz não é apenas um símbolo de sofrimento, mas de amor que transforma. Para ele, cada um de nós é chamado a carregar sua cruz com coragem e esperança, comprometendo-se a viver conforme os ensinamentos de Jesus, promovendo a paz, a justiça e o amor ao próximo.   3.      A alegria que vem do mistério da cruz de Jesus A alegria que transbordou os corações de todos os presentes na manhã deste sábado (26/4/25) com a chegada da “Cruz original” e a tarde na praça do Cruzeiro em Coroa Vermelha com a celebração da missa Pontifical dos 525 anos da Primeira Missa não pode ser outra, senão a “alegria que surge do mistério da ressurreição”. Vivendo a oitava da Páscoa, ponto mais elevado da fé cristã, neste ano em que a Igreja Universal vive o Jubileu dos 2025 anos da Encarnação do Verbo, com o tema Peregrinos de Esperança, somos firmemente convictos de que foi pelo designo divino que o Pai, manifestado na obra redentora Filho e unido ao Espírito Santo que governa a Igreja, quis renovar e reacender o impulso missionário em todos os participantes deste grande acontecimento: o Jubileu Eucarístico.   A Carta dos Hebreus 12,2 afirma: "Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus." Aqui, o autor de Hebreus destaca que Jesus suportou a cruz por causa do gozo que lhe foi prometido, ou seja, a salvação da humanidade e a vitória definitiva sobre o pecado. Na mesma direção, o apóstolo Paulo fala sobre a alegria cristã em suas cartas. Porém, para ele, essa alegria não depende das circunstâncias externas, como riquezas ou sucesso, mas é uma alegria profunda que vem do relacionamento com Deus e a certeza da salvação em Jesus Cristo. Paulo nos ensina que essa alegria é uma expressão da esperança e da fé, mesmo em meio às dificuldades da vida. Para o apóstolo, a alegria cristã é uma consequência natural de uma vida vivida conforme os ensinamentos de Jesus, cultivando amor, paz e esperança no coração. O Papa João Paulo II, em sua encíclica Redemptor Hominis, afirma que a cruz é o sinal do amor que salva e que, ao contemplar o mistério da cruz, os fiéis encontram força e alegria para enfrentar as dificuldades da vida, pois sabem que Cristo venceu o pecado e a morte (Jo 16,33). O Papa Francisco reforça essa ideia, enfatizando que a alegria cristã é uma marca do verdadeiro seguidor de Jesus. Para ele, essa alegria não é superficial. A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. E a quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria”. (EG 1). Com isso, podemos dizer que a presença da Cruz original da Primeira Missa e dos Bispos do Regional Nordeste 3, unidas ao nosso clero diocesano nesta Solene Celebração do Jubileu Eucarístico dos 525 anos, veio nos renovar o ardor missionário no compromisso com a Evangelização dos povos das diversas raças e culturas, de modo especial os originários, afrodescendentes e quilombolas. E, fomos também revigorados para assumirmos o protagonismo da cultura da paz, da justiça e do amor, tão querida e assumida por Jesus e continuada pelo saudoso Papa Francisco. Fomos motivados a fazer ecoar “o anúncio do Evangelho” nos diversos lugares do mundo, e a sermos uma igreja em saída. O Papa Francisco também destaca que essa alegria deve ser compartilhada com os outros, especialmente com os mais necessitados, promovendo uma sociedade mais justa e fraterna. A Cruz Original da Primeira Missa no Brasil é muito mais do que um objeto histórico, cultural e religioso; ela é um símbolo vivo da fé que atravessa gerações, unindo o passado, o presente e o futuro na caminhada cristã do povo brasileiro.     Pe. Adelício Lopes Santos Paróquia São Sebastião

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