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- Proclamação da Paixão de Jesus Cristo - Transmissão ao vivo
Nosso bispo Dom José Edson Santana Oliveira nos orienta seu Decreto Diocesano para essa sexta feira santa: "Todos os fiéis exerçam suas expressões de piedade em suas residências. É tempo dequarentena. Não devemos sair de nossas casas."SEJAMOS OBEDIENTES AO DECRETO DIOCESANO" #ficaemcasaporfavor - Transmissão ao vivo via Facebook às 18h - Celebração de portas fechadas e sem público da PROCLAMAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR. Jesus Cristo aproximou-se do mundo e do sofrimento humano, sobretudo pelo fato de ter ele próprio assumido sobre si este sofrimento. ▫️▫️▫️▫️▫️▫️ #decretodiocesano #rezemosjuntos #paroquiasaosebastiaops #diocesedeeunápolis #cuidedosidosos #ficaemcasaporfavor
- Transmissão ao vivo - Quinta feira Santa
#ficaemcasaporfavor - Transmissão ao vivo via Facebook às 18h - Celebração de portas fechadas e sem público da instituição dos grandes sacramentos da ordem e da Eucaristia. Jesus é o grande e eterno Sacerdote, mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a salvação que Ele conquistou. SEJAMOS OBEDIENTES AO DECRETO DIOCESANO: "Todos os fiéis exercam suas expressões de piedade em suas residências. É tempo de quarentena. Não devemos sair de nossas casas." Dom José Edson Santana Oliveira - Bispo Diocesano de Eunápolis Link: facebook.com/paroquiasaosebastiaops #decretodiocesano #rezemosjuntos #paroquiasaosebastiaops #diocesedeeunápolis #cuidedosidosos #ficaemcasaporfavor
- Comunicado Paroquial - Pastoral do Dízimo
Diante da pandemia do COVID-19 que mudou todas as nossas vidas neste tempo de quarentena, viemos informar a toda comunidade, através da Pastoral do Dízimo, os meios disponíveis para partilha do seu dízimo neste período. Por meio do dízimo, que é uma contribuição motivada pela fé, os fiéis vivenciam a comunhão, a participação e a corresponsabilidade na evangelização e na ajuda aos irmão mais necessitados da nossa comunidade. Como posso fazer a minha partilha? Na Secretaria da Paróquia, através do atendimento na Paróquia das 08h às 12h. Transferência ou Depósito Bancário. Banco Bradesco - Paróquia São Sebastião Ag: 1647-0 C/C: 15524-1 CNPJ: 01.532.438.0017-40 Estaremos unidos em oração e com a graça de Deus, em breve teremos nossa rotina e vida eclesial restabelecidas.
- Católicos jejuam aos domingos?
Jejum no Domingo? Jejum convocado por um Presidente? Para nós católicos e fiéis ao Evangelho, um sonoro: NÃO! Explico: 1. O Domingo, o primeiro dia da semana, desde antiquíssimo costume, é Dia do Senhor (Dies Domini), por ser o dia da Nova Criação em Cristo Jesus, Dia da Ressurreição, Dia da Páscoa semanal. Neste dia, não se jejua, mas se faz festa, pois fazemos memória do Deus vivo, que está conosco. Se o Noivo (Jesus) está conosco, vivo e ressuscitado, não se jejua, mas se festeja (Cf. Mt 9,15); 2. Isso está confirmado fartamente na tradição primitiva, com destaque para Santo Agostinho: "jejuar em dia de domingo é grande escândalo" (aqui, inclusive, criticando o maniqueísmo); bem como na Constituição Eclesiástica dos Apóstolos (Séc. IV, esteve em vigor na Síria e no Egito, centros do cristianismo da época): “Se um membro do clero, em dia de Domingo, venha a ser surpreendido a jejuar, seja deposto; se for um leigo, seja excluído”. São apenas dois exemplos, existem vários; 3. Jesus faz jejum, mas não fala muito de jejum (inclusive, é acusado pelo hipócritas de não jejuar e não ensinar tal prática aos seus discípulos). Valorizava como prática interior, não como exterioridade. Em geral, critica os HIPÓCRITAS que fazem jejum só para aparecer para os outros, que instrumentalizam o jejum para uma finalidade que não é de Deus (Cf. Mt 6,16s). Tal utilização fraudulenta, com fins estranhos - no caso atual, político-partidários - é visto como hipocrisia religiosa; 4. Nós católicos fazemos jejum e abstinência na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira da paixão (CdC 1247). Bem como, somos chamados a fazê-lo como prática penitencial, especialmente na quaresma, mas SOMENTE quando requeridos pela consciência da fé. Além destas duas data, somente o Bispo Local (ou o Bispo de Roma, o Papa), pela sucessão dos apóstolos, tem autoridade de convocar toda a Igreja para um jejum público e certamente jamais faria em um Domingo. Nunca, jamais, em hipótese nenhuma, uma autoridade política qualquer. Portanto, só deve fazer jejum em comunhão com a Igreja, quando proposto por ela, e quando sua consciência da fé exigir (o que deve ocorrer com mais ênfase, mas não exclusivamente, na quaresma), desde que não seja no Domingo; 5. Acho estranha a origem deste jejum convocado. Não partiu diretamente do Presidente, pois este se diz católico (apesar de já ter se batizado em outra igreja - negando, portanto, o batismo Cf. Ef 6,4 - e frequentar muito mais cultos do que missas), mas não convocou a partir da Tradição católica, que é não jejuar aos domingos. Isso se explica, como sabemos, porque a ideia partiu de um grupo de pastores (neo)pentecostais e fundamentalistas que tem claro projeto de poder de caráter sacrifical e anti-popular. É meramente uma instrumentalização política, com véu religioso. Sepulcros caiados, por fora são belos e limpos, por dentro são podres e fétidos; 6. Por fim, quero lembrar, remetendo à tradição bíblia, especialmente profética, que o Jejum pode agradar a Deus, mas também pode ser um OFENSA A DEUS, quando não estiver acompanhado da PRÁTICA DA JUSTIÇA. Por isso, certamente não é missão do presidente convocar jejum, mas certamente o é resguardar que famílias inteiras - informais, desempregados, desalentados - não façam jejum obrigatório ou mesmo até morram de fome, pois até agora não chegou na mão delas o benefício de R$ 600,00 (só pra citar um exemplo). Lembrando que o jejum sempre é uma oferta agradável a Deus e aos irmãos (sim, aos irmãos/ãs também, pois ele sempre dá frutos de amor, de conversão), não é possível fazê-lo em situação de necessidade, como se encontra grandes contingentes do nosso povo hoje. Por fim, deixo dois trechos do profeta Isaías, que dizem por si só: - "Aprendei a fazer o bem: busque o direito, socorra o oprimido, faça justiça ao órfão e defenda a viúva" (Is 1,17); - "E dizem: 'Por que jejuamos, e tu não viste? Por que nos humilhamos totalmente, e nem tomaste conhecimento?'. Acontece que, mesmo quando estão jejuando, vocês só cuidam dos próprios interesses e continuam explorando os trabalhadores. O jejum que eu quero é este: acabar com as prisões injustas, desfazer as correntes do jugo, pôr em liberdade os oprimidos despedaçar qualquer jugo; repartir a comida com quem passa fome, hospedar em sua casa os pobres sem abrigo, vestir aquele que se encontra nu, e não se fechar à sua própria gente" (Is 58, 3.6-7). Dica de leitura: Carta Apostólica Dies Domini, do Papa São João Paulo II. Lá tem muito mais sobre o Dia do Senhor.Jejum no Domingo? Jejum convocado por um Presidente? Para nós católicos e fiéis ao Evangelho, um sonoro: NÃO! Explico: 1. O Domingo, o primeiro dia da semana, desde antiquíssimo costume, é Dia do Senhor (Dies Domini), por ser o dia da Nova Criação em Cristo Jesus, Dia da Ressurreição, Dia da Páscoa semanal. Neste dia, não se jejua, mas se faz festa, pois fazemos memória do Deus vivo, que está conosco. Se o Noivo (Jesus) está conosco, vivo e ressuscitado, não se jejua, mas se festeja (Cf. Mt 9,15); 2. Isso está confirmado fartamente na tradição primitiva, com destaque para Santo Agostinho: "jejuar em dia de domingo é grande escândalo" (aqui, inclusive, criticando o maniqueísmo); bem como na Constituição Eclesiástica dos Apóstolos (Séc. IV, esteve em vigor na Síria e no Egito, centros do cristianismo da época): “Se um membro do clero, em dia de Domingo, venha a ser surpreendido a jejuar, seja deposto; se for um leigo, seja excluído”. São apenas dois exemplos, existem vários; 3. Jesus faz jejum, mas não fala muito de jejum (inclusive, é acusado pelo hipócritas de não jejuar e não ensinar tal prática aos seus discípulos). Valorizava como prática interior, não como exterioridade. Em geral, critica os HIPÓCRITAS que fazem jejum só para aparecer para os outros, que instrumentalizam o jejum para uma finalidade que não é de Deus (Cf. Mt 6,16s). Tal utilização fraudulenta, com fins estranhos - no caso atual, político-partidários - é visto como hipocrisia religiosa; 4. Nós católicos fazemos jejum e abstinência na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira da paixão (CdC 1247). Bem como, somos chamados a fazê-lo como prática penitencial, especialmente na quaresma, mas SOMENTE quando requeridos pela consciência da fé. Além destas duas data, somente o Bispo Local (ou o Bispo de Roma, o Papa), pela sucessão dos apóstolos, tem autoridade de convocar toda a Igreja para um jejum público e certamente jamais faria em um Domingo. Nunca, jamais, em hipótese nenhuma, uma autoridade política qualquer. Portanto, só deve fazer jejum em comunhão com a Igreja, quando proposto por ela, e quando sua consciência da fé exigir (o que deve ocorrer com mais ênfase, mas não exclusivamente, na quaresma), desde que não seja no Domingo; 5. Acho estranha a origem deste jejum convocado. Não partiu diretamente do Presidente, pois este se diz católico (apesar de já ter se batizado em outra igreja - negando, portanto, o batismo Cf. Ef 6,4 - e frequentar muito mais cultos do que missas), mas não convocou a partir da Tradição católica, que é não jejuar aos domingos. Isso se explica, como sabemos, porque a ideia partiu de um grupo de pastores (neo)pentecostais e fundamentalistas que tem claro projeto de poder de caráter sacrifical e anti-popular. É meramente uma instrumentalização política, com véu religioso. Sepulcros caiados, por fora são belos e limpos, por dentro são podres e fétidos; 6. Por fim, quero lembrar, remetendo à tradição bíblia, especialmente profética, que o Jejum pode agradar a Deus, mas também pode ser um OFENSA A DEUS, quando não estiver acompanhado da PRÁTICA DA JUSTIÇA. Por isso, certamente não é missão do presidente convocar jejum, mas certamente o é resguardar que famílias inteiras - informais, desempregados, desalentados - não façam jejum obrigatório ou mesmo até morram de fome, pois até agora não chegou na mão delas o benefício de R$ 600,00 (só pra citar um exemplo). Lembrando que o jejum sempre é uma oferta agradável a Deus e aos irmãos (sim, aos irmãos/ãs também, pois ele sempre dá frutos de amor, de conversão), não é possível fazê-lo em situação de necessidade, como se encontra grandes contingentes do nosso povo hoje. Por fim, deixo dois trechos do profeta Isaías, que dizem por si só: - "Aprendei a fazer o bem: busque o direito, socorra o oprimido, faça justiça ao órfão e defenda a viúva" (Is 1,17); - "E dizem: 'Por que jejuamos, e tu não viste? Por que nos humilhamos totalmente, e nem tomaste conhecimento?'. Acontece que, mesmo quando estão jejuando, vocês só cuidam dos próprios interesses e continuam explorando os trabalhadores. O jejum que eu quero é este: acabar com as prisões injustas, desfazer as correntes do jugo, pôr em liberdade os oprimidos despedaçar qualquer jugo; repartir a comida com quem passa fome, hospedar em sua casa os pobres sem abrigo, vestir aquele que se encontra nu, e não se fechar à sua própria gente" (Is 58, 3.6-7). Dica de leitura: Carta Apostólica Dies Domini, do Papa São João Paulo II. Lá tem muito mais sobre o Dia do Senhor.
- Santa Missa ao vivo - 29/03
Prezados irmãos, Graça e Paz!!! Neste domingo, 29/03, às 8:00 horas da manhã, haverá transmissão ao vivo pelo Facebook, da celebração da Santa Missa. Não haverá público, conforme determinado pela nossa Diocese e Decretos Municipal e Estadual. Nesse delicado momento de afastamento social, vamos nos unir espiritualmente pelos meios de comunicação disponíveis. E Não se esqueçam de ficar em casa e acompanhar a transmissão ao vivo. #oremosjuntos #ficaemcasa #paroquiasaosebastiaops #diocesedeeunapolis #cuidedosidosos
- Benção Urbi et Orbi com Indulgência Plenária | Veja o Decreto da Santa Sé
Por Vatican News Pouco depois da conclusão do Angelus neste domingo, 22/03, a Sala de Imprensa da Santa Sé emitiu um comunicado para reiterar algumas particularidades do evento de 27 de março, quando Francisco, "neste tempo de emergência para a humanidade" – lê-se na nota -, convidará "os católicos de todo o mundo a unirem-se espiritualmente em oração com ele". "A oração do Santo Padre - especifica o comunicado -, poderá ser seguida ao vivo através dos meios de comunicação e será concluída com a Bênção Eucarística que será concedida "Urbi et orbi" através dos meios de comunicação. A todos aqueles que se unirão espiritualmente a este momento de oração através da mídia será concedida a indulgência plenária de acordo com as condições estabelecidas no recente decreto da Penitenciária Apostólica". Decreto da Penitenciária Apostólica referente à concessão de indulgências especiais aos fiéis na atual situação de pandemia, 20/03/2020 PENITENCIÁRIO APOSTÓLICO DECRETO O presente de indulgências especiais é concedido aos fiéis que sofrem da doença de Covid-19, comumente conhecida como Coronavírus, bem como aos profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, de qualquer forma, cuidam deles. "Com a alegria da esperança; constante na tribulação; perseverar na oração ”(Rom 12:12). As palavras escritas por São Paulo à Igreja de Roma ressoam por toda a história da Igreja e orientam o julgamento dos fiéis diante de todo sofrimento, doença e calamidade. O momento atual que a humanidade atravessa, ameaçado por uma doença invisível e insidiosa, que há muito entra em arrogância para fazer parte da vida de todos, é marcado dia após dia por medos angustiados, novas incertezas e, acima de tudo, para sofrimento físico e moral geral. A Igreja, seguindo o exemplo de seu Divino Mestre, sempre se preocupou em cuidar dos enfermos. Como São João Paulo II indicou, o valor do sofrimento humano é duplo: "Sobrenatural e ao mesmo tempo humano. É sobrenatural, porque está enraizado no mistério divino da redenção do mundo, e também é profundamente humano, porque nele o homem é. ele se encontra, sua própria humanidade, sua própria dignidade e sua própria missão ". (Carta Apostólica Salvifici Doloris, 31). Nos últimos dias, o Papa Francisco também expressou sua proximidade paterna e renovou seu convite para orar incessantemente pelos pacientes com coronavírus. Para que todos os que sofrem por causa do Covid-19, precisamente no mistério deste sofrimento, possam redescobrir "o mesmo sofrimento redentor de Cristo" (ibid., 30), esta Penitenciária Apostólica, ex auctoritate Summi Pontificis, confiando no palavra de Cristo, o Senhor, e considerando com fé a epidemia atualmente em andamento, para vivê-la com um espírito de conversão pessoal, conceda o presente de Indulgências de acordo com a seguinte provisão. A indulgência plenária é concedida aos fiéis doentes de coronavírus, sujeitos a quarentena por ordem da autoridade de saúde em hospitais ou em suas próprias casas se, com um espírito desapegado de qualquer pecado, se unirem espiritualmente através da mídia à mídia. celebração da Santa Missa, a recitação do Santo Rosário, ou o hino Akàthistos à Mãe de Deus, a prática piedosa do Caminho da Cruz, ou o Ofício de Parakisisà Mãe de Deus ou a outras orações das respectivas tradições orientais, ou outras formas de devoção, ou se pelo menos rezarem o Credo, a Oração do Senhor e uma invocação piedosa à Bem-Aventurada Virgem Maria, oferecendo esta prova com espírito de fé em Deus e de caridade para com os irmãos, com a vontade de cumprir as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração de acordo com as intenções do Santo Padre), o mais rapidamente possível. Profissionais de saúde, familiares e todos aqueles que, seguindo o exemplo do bom samaritano, expostos ao risco de contágio, cuidam dos pacientes com coronavírus de acordo com as palavras do divino Redentor: "Ninguém tem mais amor do que isso: dar a vida por seus amigos "(Jo 15,13), obterão o mesmo dom da indulgência plenária nas mesmas condições. Além disso, esta Penitenciária Apostólica concede de bom grado, nas mesmas condições, a Indulgência Plenária por ocasião da atual epidemia mundial, também aos fiéis que oferecem uma visita ao Santíssimo Sacramento, ou Adoração Eucarística, ou a leitura do Santo Escrevendo por pelo menos meia hora, ou a oração do Santo Rosário, ou o hino Akàthistos para a Mãe de Deus , ou o exercício piedoso do Caminho da Cruz, ou a oração da coroa da Divina Misericórdia, ou o Ofício de Parakisis para a Mãe de Deus ou outras formas das respectivas tradições orientais de pertença ,implorar a Deus Todo-Poderoso pelo fim da epidemia, o alívio dos aflitos e a salvação eterna daqueles a quem o Senhor chamou a si mesmo. A Igreja ora por aqueles que não podem receber o sacramento da Unção dos Enfermos e do Viaticum, confiando cada um deles à Divina Misericórdia em virtude da comunhão dos santos e concede aos fiéis uma indulgência plenária no momento da morte, desde que estejam adequadamente dispostos e tenham feito algumas orações durante a vida (neste caso, a Igreja fornece as três condições habituais necessárias). Para obter essa indulgência, recomenda-se o uso do crucifixo ou da cruz (cf. Enchiridion indulgentiarum, n.12). Que a Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus e da Igreja, Saúde dos Enfermos e Auxílio dos Cristãos, nosso Advogado, ajude a sofrer a humanidade, afugentando de nós o mal desta pandemia e obtendo todo o bem necessário para nossa salvação e santificação. Este decreto é válido independentemente de qualquer disposição em contrário. Dado em Roma, a partir da sede da Penitenciária Apostólica, em 19 de março de 2020. Mauro. Cartão Piacenza Penitenciária Maior Krzysztof Nykiel Regente Fonte: https://press.vatican.va/content/salastampa/es/bollettino/pubblico/2020/03/20/pande.html https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/o-papa-concede-indulgencia-plenaria-para-a-oracao-27-de-marco.html
- Rezemos juntos hoje 25/03 com o Santo Padre
Hoje a oração do Pai-Nosso: "Unamos as nossas vozes de súplica ao Senhor" Cristãos unidos para rezar hoje o Pai-Nosso. A oração será transmitida da Biblioteca Apostólica pelo Vatican Media e em streaming no site do Vatican News e nas nossas redes sociais. Será seguida pelo Angelus e pelo Terço conduzido pelo Cardeal Comastri na Basílica de São Pedro. Por Vatican News Ao final da Audiência Geral, o Papa Francisco renovou o convite a todos os cristãos para que se unam na oração do Pai-Nosso nesta quarta-feira. “Unamos as nossas vozes de súplica ao Senhor nesses dias de sofrimento, enquanto o mundo está duramente provado pela pandemia. Queira o Pai, bom e misericordioso, acolher a oração concorde dos seus filhos que, com confiante esperança, se dirigem à sua onipotência.” A oração será transmitida da Biblioteca Apostólica pelo Vatican Media e em streaming no site do Vatican News e nas nossas redes sociais. Será seguida pelo Angelus e pelo Terço conduzido pelo Cardeal Comastri na Basílica de São Pedro. Seguem os horários nos países de língua portuguesa: Brasil: 08h Portugal: 11h Angola: 12h Moçambique: 13h Guiné-Bissau: 11h Cabo Verde: 10h Timor-Leste: 20h Francisco renovou ainda o convite a participar espiritualmente, através dos meios de comunicação, do momento de oração que presidirá na sexta-feira, às 18h, no patamar da Basílica de São Pedro. “À escuta da Palavra de Deus e à adoração do Santíssimo Sacramento, seguirá a Bênção Urbi et Orbi e a indulgência plenária.”
- Cuidemos dos nossos idosos
"Viu, sentiu compaixão e cuidou dele" Queridos irmãos: LEMBRANDO, que ASSIM COMO NÓS, os nossos irmãos da MELHOR IDADE devem FICAR em CASA, evitando assim, o aumento da possibilidade de contágio com coronavírus. Sejamos gentis! Toda vez que você for na rua, ofereça ao seu parente, amigo ou vizinho idoso fazer as suas compras em mercados padarias e farmácias. E LEMBRE-SE: LAVE AS MÃOS E USE MÁSCARAS SE POSSÍVEL. #paroquiasaosebastiaops #portoseguro #igrejacatolica #quaresma #todoscontraocoronavirus #ficaemcasa #cuidedosidosos #semabracosembeijinhosemapertodemao
- Comunicado Paroquial - medidas emergenciais contra o Covid19
A paróquia São Sebastião - Porto Seguro , em atenção e fiel obediência ao determinado pelo Reverendíssimo Bispo Diocesano de Eunápolis - BA , Dom José Edson Santana Oliveira e em conformidade aos Decretos Municipal e Estadual com ações em CARÁTER EMERGENCIAL quanto a prevenção e contenção da pandemia de CORONAVIRUS (COVID19), onde o mesmo já contabilizou casos em nosso estado e em nossa cidade, vem através deste informar a comunidade: ESTÃO SUSPENSOS todos os encontros que promovam aglomeração de pessoas tais como: - Encontros Pastorais; - Atividades da Catequese; - Atividades dos movimentos e Serviços da Igreja; - Procissões; - Romarias; - Crismas; - Casamentos e - Todas as demais atividades programadas. As missas e outras ações litúrgicas serão realizadas de modo breve. A suspensão de todas as atividades é valida a partir de hoje, 17 de março de 2020 e deverá perdurar enquanto durar o tempo necessário. Queridos irmãos, cuidemos da higiene das mãos, evitem aglomerações e locais com grande circulação , se possível fiquem em casa. A colaboração de todos é fundamental. Continuemos também em oração. Peçamos que a misericórdia de Deus proteja a todos nós.
- Solenidade de São José - 19/03
A Paróquia São Sebastião convida toda a comunidade para participar nesta quinta - feira 19/03/2020 às 19:00 horas da Solenidade em honra ao virtuoso São José. Aquele que foi escolhido por Deus para ser o protetor do Senhor de Nosso Senhor Jesus Cristo. São José nos deixou com sua vida exemplos de grandes virtudes como: bondade, fé, obediência, coragem, prudência, fazendo da sua vida um instrumento do plano de Deus para salvação do mundo. Venha celebrar conosco.
- Terça-Feira – 10 de Março – Efeitos que em nós produz a divina graça
Infinitus thesaurus est hominibus; quo qui usi sunt, participes facti sunt amicitiae Dei – “Ela é um tesouro infinito para os homens; do qual os que usaram têm sido feito participantes da amizade de Deus” Sumário. Porque havemos de ter inveja dos grandes do mundo? Se estamos na graça de Deus, participamos da sua própria natureza; somos, por assim dizer, um com Ele e de momento a momento podemos adquirir tesouros imensos de merecimentos para a eternidade. A nossa alma é então tão bela aos olhos do Senhor, que põe nela a sua complacência. Tudo isto Jesus Cristo no-lo mereceu pela sua Paixão; e por isso devemos prestar-Lhe contínuas ações de graças. I. No dizer de Santo Tomás de Aquino, o dom da graça é superior a todos os dons que uma criatura possa receber, porque a graça é a participação da própria natureza de Deus. Já antes tinha São Pedro dito o mesmo: Ut per haec (promissa) efficiamini divinae consortes naturae (1) ― “Para que por elas (as promessas) vos torneis participantes da natureza divina”. Tal é a dignidade que Jesus Cristo nos mereceu pela sua paixão: Ele nos comunicou o mesmo resplendor que recebeu de Deus (2). Numa palavra, quem está na graça de Deus, forma, de certo modo, uma pessoa com Deus: Unus spiritus est (3) ― “É um espírito com Ele”. E, como disse o Redentor, na alma que ama a Deus, vem habitar a Santíssima Trindade: Ad eum veniemus, et mansionem apud eum faciemus (4) ― “Viremos a ele, e faremos nele morada”. É tão bela aos olhos de Deus a alma em estado de graça, que Ele próprio lhe faz o elogio: Como és formosa amiga minha, como és formosa! (5) Parece que Deus não pode apartar dela os olhos, nem cerrar os ouvidos a nenhum dos seus pedidos: Oculi Domini super iustos, et aures eius ad preces eorum (6) ― “Os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos abertos aos rogos deles”. Dizia Santa Brígida que nenhum homem poderia ver a beleza de uma alma na graça de Deus, sem morrer de alegria. E Santa Catarina de Sena, tendo visto uma alma assim, afirmou que de boa mente daria a vida para que nunca aquela alma perdesse tamanha beleza. Por isso a mesma Santa beijava a terra que os sacerdotes pisaram, pensando que pelo seu ministério as almas eram colocadas na graça de Deus. Além disso, que tesouros de merecimentos não pode ajuntar a alma em estado de graça! Cada instante pode adquirir uma glória eterna, porquanto, como diz Santo Tomás, qualquer ato de amor produzido pela alma merece um paraíso aparte. Porque temos então inveja dos grandes do mundo? Estando na graça de Deus, podemos adquirir continuamente grandezas muito mais altas no céu. II. A paz de que ainda na terra goza a alma em estado de graça, só pode ser compreendida por aquele que a provou: Gustate et videte, quoniam suavis est Dominus (7) ― “Provai e vede quão suave é o Senhor”. Não pode deixar de ser cumprida a palavra do Senhor: Gozam muita paz os que amam a divina lei (8). A paz do que vive unido com Deus, excede todas as doçuras que nos podem advir dos sentidos ou do mundo: Pax Dei quae exsuperat omnem sensum (9). Ó meu Jesus, Vós sois o bom pastor que se deixou matar para nos dar a vida, a nós, vossas ovelhas. Quando eu fugia de Vós, não deixastes de correr atrás de mim e de me procurar; recebei-me, agora, que Vos procuro e que volto arrependido a vossos pés. Restitui-me a graça, que miseravelmente perdi por minha culpa. De todo o coração me arrependo e quisera morrer de dor, quando penso nas inúmeras vezes que Vos voltei as costas. Perdoai-me pelos merecimentos da morte cruel que por mim padecestes na cruz. Prendei-me com os doces laços do vosso amor e não permitais que outra vez me afaste de Vós. Dai-me forças para sofrer com paciência todas as cruzes que me envieis, visto ter merecido as penas eternas do inferno. Fazei que abrace com amor os desprezos que me possam vir dos homens, visto ter merecido estar eternamente sob os pés dos demônios. Fazei, numa palavra, com que obedeça em tudo às vossas inspirações e vença, por vosso amor, qualquer respeito humano. ― Resolvido estou a servir de hoje em diante somente a Vós. Digam os outros o que quiserem; eu quero amar somente a Vós, meu Deus amabilíssimo, só a Vós quero agradar; mas dai-me o vosso auxílio sem o qual nada posso. Amo-Vos, † Jesus, meu Deus, amo-Vos sobre todas as coisas, de todo o coração, e confio em vosso Sangue. ― Maria, minha esperança, ajudai-me com as vossas orações. Glorio-me de ser vosso servo, e vós vos gloriais de salvar os pecadores que a vós recorrem; socorrei-me, pois, e salvai-me.
- Segunda-Feira - 09 de Março – Como devemos preparar-nos para a morte
Dispone domui tuae, quia morieris tu et non vives – “Dispõe de tua casa, porque morrerás e não viverás” (Is 38, 1) Sumário. A experiência prova que morrem felizmente os que, no último momento, estão já mortos para o mundo, isto é, desligados dos bens de que nos deve separar a morte. É, pois, preciso que desde já aceitemos a privação dos bens, a separação dos parentes e de todas as coisas da terra, lembrando-nos que, se não o fizermos voluntariamente agora, necessariamente teremos de o fazer na morte, mas com risco da salvação eterna. Quem ainda não escolheu um estado de vida, tome aquele que houvera querido escolher na hora da morte. I. Diz Santo Ambrósio que morrem felizmente os que, no tempo da sua morte, estão já mortos para o mundo, isto é, desligados daqueles bens de que forçosamente os deve separar a morte. Mister, pois, se torna que desde já aceitemos a privação dos bens, a separação dos parentes e de todas as coisas da terra. Se não fizermos isto voluntariamente durante a vida, seremos forçados a fazê-lo na morte, mas então com extrema dor e com risco da salvação eterna. A este propósito observa Santo Agostinho que, para morrer em paz, é vantajosíssimo pormos em ordem durante a vida os negócios temporais, fazendo desde já a disposição dos bens que é preciso deixar, a fim de não termos de nos ocupar então senão da nossa união com Deus. — Naquela hora convém que só se fale em Deus e no paraíso. Os últimos momentos da vida são demasiadamente preciosos para serem desperdiçados em pensamentos terrestres. É na morte que se acaba a coroa dos escolhidos, porque é então que se recolhe a maior soma de merecimentos, aceitando os sofrimentos e a morte com resignação e amor. Semelhantes sentimentos, porém, não os poderá ter na morte quem não os tiver excitado durante a vida. Com este fim, pessoas devotas têm por hábito renovarem todos os meses a protestação da boa morte com os atos cristãos de fé, esperança e caridade, com a confissão e comunhão, como se já estivessem no leito de morte, próximas a saírem deste mundo. Oh, como esta prática nos ajudará a caminharmos bem, a nos desprendermos do mundo e morrermos de boa morte! Beatus ille servus, quem, cum venerit dominus eius, inveniet sic facientem (1) — “Bem- aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, encontre a fazer isto.” Quem espera a toda a hora a morte, ainda que esta venha subitamente, não pode deixar de morrer bem. Ao contrário, o que se não faz na vida, é dificílimo fazê-lo na morte. — A grande serva de Deus, irmã Catarina de Santo Alberto, da ordem de Santa Teresa, estando para morrer, gemia e dizia: Minhas irmãs, não é o medo da morte que me faz gemer, porque há vinte e cinco anos que a estou esperando, gemo por ver tantas pessoas iludidas, que vivem no pecado, e esperam, para se reconciliarem com Deus à hora da morte, em que eu com dificuldade posso pronunciar o nome de Jesus. Examina-te, meu irmão, e vê se tens o coração apegado a alguma coisa terrestre: a alguma pessoa, a algum posto, a alguma casa, a alguma riqueza, a alguma sociedade, a alguns divertimentos, e lembra-te que não és eterno. Tudo terás de deixar um dia, e talvez em breve. Porque queres então ficar agarrado a esses objetos com risco de morreres cheio de inquietações? Oferece desde já tudo a Deus, estando disposto a privar-te de tudo, quando Lhe agradar. Se não tens ainda escolhido o estado de vida, toma o que na hora da morte quiseras ter escolhido e que te deixará morrer mais contente. Se já o escolheste, faze agora o que então quiseras ter feito no teu estado. Faze como se cada dia fosse o último de tua vida e cada ação a última que praticas: a última oração, a última confissão, a última comunhão. Imagina, numa palavra, a cada hora que já estás no leito da morte, ouvindo a intimação: proficiscere de hoc mundo — “parte deste mundo”, e por isso repete muitas vezes a protestação para a boa morte, dizendo: Ó meu Deus, só poucas horas me restam; nelas vos quero amar quanto possa na vida presente, para mais Vos amar na outra. Pouco tenho que Vos oferecer; ofereço-Vos os meus padecimentos e o sacrifício da minha vida, em união com o sacrifício que Jesus Cristo Vos ofereceu por mim na cruz. Senhor, as penas que sofro são poucas e leves em comparação com as que mereci; tais como são, aceito-as em testemunho do amor que Vos tenho. Resigno-me a todos os castigos que me queirais infligir nesta vida e na outra, contanto que Vos possa amar na eternidade. Castiga-me tanto quanto Vos aprouver, mas não me priveis do vosso amor. Sei que não merecia mais amar-Vos, por ter tantas vezes desprezado o vosso amor; mas Vós não podeis repelir uma alma arrependida. Pesa-me, ó meu supremo Bem, de Vos haver ofendido. Amo-vos de todo o coração e em Vós ponho toda a minha confiança. A vossa morte, ó Redentor meu, é a minha esperança. Deposito a minha alma em vossas mãos chagadas. - Maria, minha querida Mãe, socorrei-me nesse grande momento. Desde já vos entrego o meu espírito: dizei a vosso Filho que se apiede de mim. A vós me recomendo, livrai-me do inferno.


















