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  • Mãe Maria, Ele a teve única entre todas as outras, preparada pelo Pai do Céu para ser santa e imaculada.

    Créditos: germi_p by Getty Images Jesus Cristo se manifestou pequeno e pobre, nascendo em Belém, povoado simples e só aparentemente sem importância, pois “Tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um príncipe que será o pastor do meu povo, Israel” (Mt 2,6). Tomou as vestes da simplicidade, manifestando o maior poder de Deus, que vai ao mais profundo das realidades humanas para resgatá-las em seu amor. Chamado “Filho do Carpinteiro” José, aprendeu, Ele mesmo, uma profissão humana, trabalhador manual, para que as atividades humanas fossem reconhecidas em sua inigualável dignidade. N’Ele, todo trabalho humano feito com amor é reconhecido como contribuição na edificação do Reino de Deus. Nazaré foi seu ambiente de crescimento na infância, adolescência e juventude, com tudo o que significa convivência sadia, pois se fez igual a nós em tudo, menos no pecado. Foi tão parecido, que seus concidadãos se admiravam pela sabedoria com que agia e falava (cf. Mt 13,54-55), tudo vindo de dentro, do amor infinito, que é só de Deus, e Ele é Deus! Numa pessoa, feminina em sua doçura, mulher forte, experimentada na provação, formada nas estradas que foram de Nazaré a Belém, ou passaram pelo Egito, peregrinaram a Jerusalém, foi solícita em Caná e capaz de se fazer discípula do próprio Filho. Declarou-se escrava, e aí estava a sua felicidade, sua bem-aventurança. Na hora definitiva da obra de salvação, realizada e merecida pelo Senhor Salvador, estava de pé junto à Cruz, colaboradora do Redentor. O amor que perpassou seus pensamentos, palavras e gestos, conduziu-a ao testemunho do derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, ela que fora envolvida com a sombra do mesmo Espírito, para a Encarnação do Verbo de Deus. Não fez “grandes” coisas, pois estas foram feitas por Deus em sua história (cf. Lc 1,46-49). Sua vida é apenas e tão somente ser a Mãe do Belo Amor, e o tudo de Deus se realiza em seus passos. Um dia bonito raiou no Rio Jordão, quando sol, água, vozes, pomba, tudo comparece para que se inaugure o ministério da vida pública de Jesus, amor de Deus feito carne, Filho amado a ser acolhido e ouvido. Testemunha-se ali a revelação da Trindade! É o amor que circula entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É a humanidade que em João Batista se inclina e quer deixar-se batizar na nova e definitiva torrente que brota do Céu. É o amor de Deus que se derrama, pelo Espírito Santo que nos é dado (cf. Rm 5, 5). O Messias foi aguardado com ansiedade por muitos séculos. Era o desejo profundo da plena comunhão entre o Céu e a Terra. Só que muitas pessoas o imaginavam poderoso nas batalhas, violento para destituir os opressores! Nesse sentido, Jesus decepciona tais expectativas, porque chega num jumentinho, montaria dos pobres, em vez dos garbosos cavalos dos vencedores das guerras ou dos dominadores enriquecidos pelo butim dos povos conquistados. Ele vem como o Rei da Paz. Aparentemente, terminou Sua missão no fracasso da morte e anunciou apenas o amor que realizou. Venceu a morte, sim, mas sua ressurreição só é conhecida através do testemunho. Com ele, só se pode estabelecer relacionamento através do caminho da fé, que significa confiança gratuita e absoluta e conduz ao amor livre e decidido entre Deus e os homens e as mulheres que criou e entre estes, na reciprocidade do dom e da ternura. Foi muito difícil para os discípulos de Jesus chegarem à compreensão dos segredos do Mestre. Por três anos, brotaram muitas interrogações em seus corações, pelo fato de serem também herdeiros da expectativa do Povo de Israel. Uma delas é a pergunta a respeito do “seu” mandamento, com a qual pretendiam penetrar no mais íntimo do coração do Senhor (cf. Jo 15, 9-17). Não lhes revelou qualquer fórmula mágica para os problemas do mundo, mas deu-lhes de presente o próprio Céu, o jeito de Deus viver: “Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 15, 12). Trata-se de acreditar que o Céu resolve os problemas da terra! É trazer para o dia a dia os critérios de Deus, que nos ama por primeiro, quer para todos vida em abundância, perdoa sempre com misericórdia, a ternura de Deus, que vai ao encontro de quem se perdeu. Por Dom Alberto Taveira Corrêa Fonte Canção Nova

  • Maio - Tempo em que o Coração da Igreja se volta para Nossa Senhora

    A cada ano o mês de Maio chega e ouvimos: Estamos no mês de Maria, mas você já se perguntou porque maio é um tempo especial de ternura e devoção a Nossa Senhora no coração da Igreja? Sabemos que é o mês em que os fiéis voltam seus olhos e suas preces de maneira ainda mais intensa para Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe. O que muitas pessoas desconhecem é que essa tradição nasceu da sensibilidade do povo cristão ao reconhecer, na beleza da primavera europeia — tempo de flores e renovação —, um símbolo da pureza, da delicadeza e da vida que Maria representa. Assim, ao longo dos séculos, a Igreja foi consolidando o mês de maio como um convite à contemplação do amor materno de Nossa Senhora, aquela que acolhe, intercede e conduz seus filhos até Cristo. Mais do que uma tradição cultural, dedicar maio a Maria é uma experiência profundamente espiritual. Ela é o “sim” que mudou a história da humanidade, a mulher que confiou plenamente nos planos de Deus mesmo sem compreender tudo. Ao olhar para Maria, os fiéis encontram um modelo de fé simples, silenciosa e firme. Em meio às dificuldades da vida, recordar sua presença é lembrar que nunca estamos sozinhos. Como mãe atenta, ela caminha conosco, enxuga nossas lágrimas e fortalece nossa esperança. Durante este mês, a Igreja convida os fiéis a expressarem esse amor de forma concreta. Uma das práticas mais conhecidas é a oração do terço, que pode ser rezado individualmente, em família ou em comunidade. Cada Ave-Maria é como uma rosa oferecida à Mãe, formando um buquê espiritual de carinho e devoção. Além disso, as coroações de Nossa Senhora, tão comuns nas paróquias, especialmente com as crianças, são momentos de grande beleza e significado, pois reconhecem Maria como Rainha do Céu e da Terra. Outra maneira profunda de vivenciar esse tempo é cultivar pequenos gestos no dia a dia: preparar um altar em casa com a imagem de Nossa Senhora, acender uma vela, oferecer flores, fazer leituras bíblicas que recordem sua missão e, principalmente, imitar suas virtudes. A humildade, a escuta atenta da Palavra de Deus e o cuidado com o próximo são formas concretas de honrar Maria, indo além das palavras e transformando a devoção em vida. Por fim, viver o mês de maio é deixar-se envolver pelo amor materno de Maria e permitir que ela nos conduza a um encontro mais íntimo com Jesus. É um tempo de voltar o coração para Deus com confiança, sabendo que temos uma Mãe que intercede por nós em todos os momentos. Que cada fiel aproveite esse tempo de graça para fortalecer sua fé, renovar sua esperança e experimentar, de forma especial, o carinho e a proteção de Nossa Senhora. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Referências Bibliográficas: 1. Magistério da Igreja - Encíclica “Mense Maio” (1965), do Papa Paulo VI — documento que reforça a importância da devoção a Maria especialmente no mês de maio. - Exortação Apostólica “Marialis Cultus” (1974), também de Paulo VI — orienta sobre a correta devoção mariana na Igreja. 2. Catecismo da Igreja Católica - §§ 971 e 2673–2679 — tratam da veneração a Maria, sua intercessão e a oração do Rosário. 3. Tradição da Igreja Registros históricos indicam que o costume foi promovido em colégios jesuítas e depois difundido para toda a Igreja. 4. Documentos e conteúdos pastorais CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) — materiais litúrgicos e catequéticos sobre o mês mariano. Diretório sobre Piedade Popular e Liturgia (2001) — documento da Santa Sé que reconhece e orienta práticas como o terço e as devoções marianas. 5. Bíblia Sagrada Lucas 1,26-38 (Anunciação) Lucas 1,39-56 (Visitação e Magnificat) João 19,25-27 (Maria aos pés da cruz)

  • O Bom Pastor nos chama: você tem reconhecido a voz de Jesus?

    Foto: Pascom No último domingo, fomos convidados pela Palavra de Deus a contemplar uma das imagens mais bonitas do Evangelho: Jesus como o Bom Pastor. Ele não é um pastor distante, mas alguém que conhece, chama e caminha junto com cada uma de suas ovelhas. O Evangelho nos recorda que Jesus nos conhece pelo nome. Isso significa que, para ele, não somos apenas mais um na multidão. Ele conhece nossa história, nossas alegrias, nossas lutas e até aquilo que guardamos no silêncio do coração. E, mesmo assim, continua nos chamando com amor. A Palavra nos convida a algo muito simples e, ao mesmo tempo, muito profundo: aprender a reconhecer a voz de Jesus. E como reconhecer essa voz? A voz do Bom Pastor acalma, orienta e traz paz. Nós a encontramos na Palavra de Deus, na oração sincera, na vida da Igreja e nos gestos de amor que somos chamados a viver todos os dias. Quando Jesus diz que é o caminho seguro para suas ovelhas, ele nos recorda que, com ele, nunca estamos perdidos. Mesmo quando erramos ou nos afastamos, Ele continua nos procurando, nos esperando e nos convidando a recomeçar. A grande promessa de Jesus permanece atual para todos nós: Ele veio para que tenhamos vida, e vida em abundância. Essa vida começa agora, nas pequenas escolhas diárias, quando optamos pelo bem, pelo perdão, pela paciência e pela confiança em Deus. Senhor Jesus, Bom Pastor, ajuda-nos a reconhecer a tua voz em meio a tantas outras. Dá-nos um coração atento, confiante e disposto a te seguir todos os dias. Por: Pascom

  • Retiro Paroquial para Casais promove fortalecimento da fé e da vida conjugal

    A Paróquia São Sebastião realizará, no dia 03 de maio (domingo) , das 07h30 às 17h00 , o II Retiro Paroquial para Casais , um encontro especial voltado ao fortalecimento espiritual e à vivência do matrimônio cristão. Com o tema “O Casal Cristão dentro do propósito de Deus na Sagrada Escritura e no mundo atual” , o retiro propõe um momento profundo de reflexão, partilha e renovação da fé, ajudando os casais a redescobrirem o sentido da união à luz do amor de Deus. Inspirado na Palavra — “O que Deus uniu o homem não separa”  (Mt 19,6) — o evento convida os participantes a fortalecerem os laços conjugais, cultivando o diálogo, o perdão e a espiritualidade no dia a dia. Ao longo da programação, os casais poderão vivenciar momentos de oração, palestras formativas e dinâmicas que favorecem a convivência e o crescimento mútuo. O retiro é uma oportunidade única para desacelerar a rotina e investir naquilo que é essencial: o amor e a presença de Deus na vida a dois. A participação terá uma contribuição de R$ 60,00 por casal , destinada à alimentação durante o evento. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do QR Code disponível no material de divulgação ou pelo link: paroquiasaosebastiaops.com.br/retiroparacasais2026 Não perca essa oportunidade de viver um dia especial de graça, renovação e fortalecimento do seu matrimônio. Convide seu cônjuge e participe! 💑🙏

  • Festa da Divina Misericórdia: um convite ao coração de Deus.

    Foto: https://diocesepetropolis.com.br/ Celebrada no segundo domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia nos recorda o imenso amor de Deus por toda a humanidade. Instituída por Papa João Paulo II no ano 2000, esta festa tem suas raízes nas revelações de Jesus à religiosa polonesa Santa Faustina Kowalska, a quem o Senhor confiou a missão de anunciar ao mundo a profundidade de Sua misericórdia. Neste dia, a Igreja nos convida a mergulhar no coração misericordioso de Cristo, que, ressuscitado, se apresenta aos discípulos trazendo a paz e oferecendo o perdão dos pecados (cf. Jo 20,19-23). As chagas gloriosas de Jesus são sinais vivos desse amor que não desiste, que acolhe, cura e restaura. A mensagem da Divina Misericórdia é simples, mas profundamente transformadora: confiar plenamente em Deus e praticar a misericórdia com o próximo. Como nos recorda o próprio Jesus a Santa Faustina: “A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar com confiança para a Minha misericórdia”. Mais do que uma devoção, esta festa é um chamado à conversão do coração. Somos convidados a reconhecer nossas fraquezas, aproximar-nos do sacramento da Reconciliação e viver a Eucaristia com fé renovada, experimentando a graça que brota do lado aberto de Cristo. Neste dia especial, rezemos:“Jesus, eu confio em Vós!” Uma oração simples, mas que resume toda a espiritualidade da Divina Misericórdia. Que a Festa da Divina Misericórdia renove em cada um de nós a esperança, fortaleça nossa fé e nos torne instrumentos do amor de Deus no mundo. Por - Pascom

  • Estudo do Catecismo convida fiéis a aprofundarem a fé

    A comunidade paroquial promove mais um momento especial de formação com o Estudo do Catecismo da Igreja Católica , uma oportunidade para todos que desejam crescer no conhecimento da fé e compreender com mais profundidade os ensinamentos da Igreja. Com o tema “A Celebração do Mistério Cristão” , o encontro propõe uma reflexão sobre a riqueza da liturgia e dos sacramentos, ajudando os participantes a vivenciarem de forma mais consciente e intensa a vida cristã. O estudo acontecerá na próxima quarta-feira, 08 de abril , às 19h40 , reunindo fiéis em um ambiente de partilha, aprendizado e espiritualidade. Mais do que um momento de estudo, será uma experiência de encontro com Deus, favorecendo o amadurecimento da fé e o fortalecimento da caminhada cristã. A orientação é que os participantes levem seu caderno para anotações e, sobretudo, estejam com o coração aberto para acolher os ensinamentos. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com a Secretaria Paroquial pelo telefone (73) 99914-4192 . “Conhecer a fé é amar ainda mais a Deus.”

  • Tarde de Espiritualidade para os Homens será realizada no dia 25 de abril

    A Paróquia convida todos os homens para uma profunda experiência de fé durante a Tarde de Espiritualidade para os Homens , que acontecerá no próximo dia 25 de abril, às 14h00 . O encontro propõe um momento especial de intimidade com Deus, fortalecimento espiritual e renovação da missão cristã no cotidiano. Inspirados pelo testemunho de São Sebastião, os participantes são chamados a viver e testemunhar a fé por Cristo, com Cristo e em Cristo . Com base na Palavra de Deus — “Homens chamados a edificar sua casa sobre a rocha” (Mt 7,24)  — a tarde será um convite à reflexão sobre a firmeza da fé e a construção de uma vida alicerçada nos valores do Evangelho. A proposta é ajudar cada participante a fortalecer suas bases espirituais, enfrentando os desafios da vida com confiança e perseverança. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas na Secretaria Paroquial  ou pelo WhatsApp: (73) 99914-4192 . A participação é aberta a todos os homens que desejam viver uma experiência transformadora e aprofundar sua caminhada de fé. Não fique de fora. Participe e permita-se viver esse momento de encontro com Deus.

  • O que é a meditação do Ofício das Trevas? Você conhece?

    A tradição do Ofício das Trevas é uma das expressões mais profundas e simbólicas da espiritualidade católica durante a Semana Santa. Carregada de silêncio, contemplação e forte linguagem simbólica, essa oração conduz os fiéis a mergulharem no mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. O que é o Ofício das Trevas? O Ofício das Trevas  (em latim, Tenebrae , que significa “trevas” ou “escuridão”) é uma celebração litúrgica tradicional da Igreja. Ele reúne elementos das Matinas e Laudes  da Liturgia das Horas, sendo marcado por salmos, leituras e responsórios profundamente meditativos. Um dos aspectos mais marcantes dessa celebração é o progressivo apagar das velas, simbolizando o abandono de Cristo, a escuridão do pecado e a aparente vitória das trevas no momento da Paixão. Origem e história da devoção O Ofício das Trevas remonta aos primeiros séculos do cristianismo, quando os monges já dedicavam as madrugadas à oração. Com o passar do tempo, especialmente durante a Idade Média, essa prática ganhou forma mais estruturada dentro da liturgia romana. Foi sobretudo após o Concílio de Trento (século XVI) que o Ofício das Trevas se consolidou como uma celebração solene, sendo amplamente difundido em mosteiros, catedrais e paróquias. Embora tenha passado por adaptações após o Concílio Vaticano II, muitas comunidades preservam essa tradição como forma de manter viva a riqueza espiritual da Igreja. Os símbolos do Ofício das Trevas A celebração é profundamente simbólica e rica em significados: O candelabro (Tenebrário) : geralmente com 15 velas, que vão sendo apagadas uma a uma. O apagar das luzes : representa a fuga dos discípulos e o abandono de Cristo. A vela escondida : simboliza Jesus Cristo, que, embora pareça vencido, permanece vivo. O “estrondo” final (strepitus) : um ruído forte que recorda o terremoto após a morte de Cristo e o caos aparente daquele momento. Espiritualidade e profundidade da oração Rezar o Ofício das Trevas é entrar em um caminho de silêncio interior, contemplação e penitência. A repetição dos salmos e as leituras — especialmente das Lamentações de Jeremias — convidam o fiel a refletir sobre o pecado, a dor e a esperança da redenção. É uma oração que toca o coração, pois coloca o fiel diante da fragilidade humana e da infinita misericórdia de Deus. Benefícios espirituais dessa devoção A prática do Ofício das Trevas traz inúmeros frutos para a vida espiritual: 1. Profunda união com o mistério da Paixão Ajuda o fiel a viver mais intensamente os acontecimentos da Semana Santa, não apenas como memória, mas como experiência espiritual. 2. Conversão do coração O clima de silêncio e recolhimento favorece o exame de consciência e o desejo sincero de mudança de vida. 3. Fortalecimento da fé Ao contemplar a aparente derrota de Cristo, o fiel aprende a confiar mesmo nos momentos de escuridão. 4. Cura interior A oração profunda e meditativa pode trazer paz, consolo e cura para as dores da alma. 5. Valorização da tradição da Igreja Participar dessa devoção aproxima o fiel das raízes da fé e da riqueza litúrgica da Igreja. Uma luz que vence as trevas O Ofício das Trevas não termina na escuridão. A vela que permanece acesa, ainda que escondida, anuncia que a morte não tem a última palavra. Em Páscoa, a luz ressurge vitoriosa. Assim, essa devoção nos ensina que, mesmo nas noites mais escuras da vida, Deus continua presente — silencioso, mas fiel. Vivenciar o Ofício das Trevas é permitir que o coração atravesse a noite com Cristo, na certeza de que, ao final, sempre haverá luz. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Bibliografia Bíblia Sagrada. Diversas edições. (Especialmente os Salmos e o Livro das Lamentações, amplamente utilizados no Ofício das Trevas.) Liturgia das Horas. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), várias edições. (Base oficial para a oração das Matinas e Laudes, que compõem o Ofício das Trevas.) Missal Romano. Edições típicas e traduções oficiais. (Contém a estrutura litúrgica da Semana Santa.) Cerimonial dos Bispos. Edições Paulinas. (Descreve celebrações solenes, incluindo práticas tradicionais da Semana Santa.) A Semana Santa. Edições variadas. (Comentário espiritual detalhado sobre os ritos da Semana Santa.) Introdução ao Espírito da Liturgia. Edições Paulinas. (Reflexões teológicas sobre o sentido da liturgia na Igreja.) Concílio Vaticano II. Documentos oficiais, especialmente a Constituição Sacrosanctum Concilium . (Fundamental para compreender as reformas e adaptações litúrgicas.)

  • Meditação das 7 Dores de Nossa Senhora: Caminho de amor, fé e cura interior

    Dentro da programação da Semana Santa em divérsas Paróquias como é o caso da nossa, é tradição fazer a meditação da devoção às Sete Dores de Nossa Senhora . Esta prática carega uma profunda espiritualidade cristã, que nos convida a contemplar o sofrimento da Virgem Maria unido ao mistério redentor de Jesus Cristo. Mais do que recordar momentos dolorosos, essa meditação nos ajuda a compreender o valor da entrega, da confiança em Deus e da esperança mesmo nas horas mais difíceis. O que são as 7 Dores de Nossa Senhora ? A tradição da Igreja nos apresenta sete momentos marcantes de dor vividos por Maria: 1 - A profecia de Simeão (Lc 2,34-35) 2 - A fuga para o Egito (Mt 2,13-15) 3 - A perda do Menino Jesus no templo (Lc 2,41-50) 4 - O encontro com Jesus a caminho do Calvário 5 - A crucificação e morte de Jesus (Jo 19,25-30) 6 - Jesus descido da cruz e entregue à sua Mãe 7 - O sepultamento de Jesus (Jo 19,40-42) Cada uma dessas dores revela o coração de uma Mãe que sofre, mas permanece fiel ao plano de Deus. Aprender com Maria Na catequese, a meditação das 7 dores pode ser compreendida como uma escola de vida espiritual: Dor não é abandono : Maria sofreu, mas nunca perdeu a fé. Silêncio que confia : mesmo sem entender tudo, ela guardava e meditava no coração. Amor que se entrega : Maria nos ensina a amar até o fim, mesmo quando dói. Esperança que permanece : a dor não foi o fim, mas caminho para a Ressurreição. Essa prática ajuda o fiel a olhar suas próprias dores com um novo sentido, iluminado pela fé. Atos de piedade ligados a essa devoção A devoção às 7 dores pode ser vivida de diversas formas simples e profundas: Rezar o Terço das Sete Dores Meditar cada dor com leitura bíblica Participar da Via-Sacra, unindo-se à dor de Maria Oferecer pequenos sacrifícios em união com Nossa Senhora Fazer momentos de silêncio e contemplação Esses atos fortalecem a intimidade com Deus e educam o coração para uma fé mais madura. Benefícios espirituais: cura para a alma A meditação das dores de Maria traz frutos concretos para a vida espiritual: Cura das feridas interiores : ao contemplar a dor de Maria, encontramos consolo para nossas próprias dores Fortalecimento na fé : aprendemos a confiar mesmo nas provações Crescimento na compaixão : tornamo-nos mais sensíveis ao sofrimento do próximo Libertação do desespero : percebemos que Deus transforma dor em graça Paz interior : o coração se acalma ao se colocar sob o olhar materno de Maria Maria não apenas sofreu — ela nos acompanha em nossas dores, intercedendo por cada um de nós. Um caminho de encontro com Deus Meditar as 7 dores de Nossa Senhora é permitir que nossa vida seja tocada pelo amor de uma Mãe que compreende o sofrimento humano. Em cada dor, encontramos um convite: confiar, perseverar e amar mais profundamente . Que essa devoção nos ajude a caminhar com fé, certos de que, assim como Maria, também somos conduzidos por Deus rumo à vitória da vida sobre a dor. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Bibliografia A reflexão apresentada baseia-se na Sagrada Escritura, na Tradição da Igreja e em fontes reconhecidas da espiritualidade católica: Bíblia Sagrada. Evangelhos de Lucas, Mateus e João. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Edições CNBB. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Vaticano. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. São Luís Maria Grignion de Montfort. Escritos sobre a devoção mariana. Ordem dos Servos de Maria (Servitas). Tradição e difusão da devoção às Sete Dores de Nossa Senhora. Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia. Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Vaticano, 2001. CNBB. Subsídios pastorais e litúrgicos.

  • Domingo de Ramos: sentido e ensinamentos para a nossa fé.

    Foto: Pascom O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, o coração do ano litúrgico da Igreja. Neste dia, a liturgia nos convida a contemplar dois momentos importantes da vida de Jesus: sua entrada em Jerusalém e o início de sua Paixão. A entrada de Jesus em Jerusalém é narrada nos Evangelhos, como no Evangelho de Mateus (Mt 21,1-11). Ele entra montado em um jumentinho, cumprindo a profecia do Antigo Testamento e revelando que é um Rei diferente: não vem com poder ou violência, mas com humildade e mansidão. O povo o acolhe com ramos e mantos pelo caminho, proclamando: “Hosana ao Filho de Davi!” . Esse gesto expressa reconhecimento e esperança. No entanto, muitos ainda não compreendiam plenamente que o Reino de Jesus não é deste mundo, mas um Reino de amor, serviço e entrega. Por isso, a liturgia deste dia também nos apresenta a narrativa da Paixão. A Igreja nos ensina que não podemos separar a glória da cruz. O Cristo que é aclamado é o mesmo que será rejeitado e crucificado. Esse contraste nos ajuda a refletir sobre a incoerência humana e nos convida à fidelidade. Os ramos que levamos e foram abençoados têm um profundo significado catequético: eles nos recordam a vitória de Cristo, mas também o compromisso de segui-lo. Guardá-los em casa é um sinal visível da nossa fé e da presença de Deus em nossa vida cotidiana. Por Pascom

  • SEMANA SANTA 2026✝️

    . Um tempo sagrado para silenciar o coração, contemplar o mistério da Cruz e renovar a esperança na Ressurreição. 🙏❤️ . Durante toda a semana, somos convidados a caminhar com Jesus, desde a entrada triunfal em Jerusalém 🌿 até a vitória da vida sobre a morte ✨ . 📅 Confira a programação completa e participe conosco. . 📍 Venha viver intensamente este tempo de graça! Traga sua família e caminhe conosco nessa jornada de fé. 🤍 Programação:

  • Papa: na Quaresma, abster-se de palavras que ferem o próximo.

    Foto: Vaticannews "Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão" é o título da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma de 2026. O Pontífice convida os fiéis a um "jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro". Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam par a viver a Quaresma , “te mpo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”. Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito. Escutar Este ano, o Papa destaca, em primeiro lugar, a importância de dar lugar à Palavra através da escuta , “pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro”. Escutar a Palavra na liturgia, escreve o Pontífice, nos educa para uma escuta mais verdadeira da realidade. “Entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta.” Jejuar Se a Quaresma é um tempo de escuta, prossegue o Papa, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Por implicar o corpo, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo. No entanto, adverte o Santo Padre, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade e deve incluir também outras formas de privação. Leão XIV então convida os fiéis a uma forma de abstinência “muito concreta e frequentemente pouco apreciada”, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo. “Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias.” Em vez disso, o Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.” Juntos O Pontífice conclui recordando que a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum. “As nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento.” Fonte: Vaticannews https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-02/papa-leao-xiv-mensagem-quaresma-2026-jejum-palavras.html

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