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- Retiro Paroquial para Casais promove fortalecimento da fé e da vida conjugal
A Paróquia São Sebastião realizará, no dia 03 de maio (domingo) , das 07h30 às 17h00 , o II Retiro Paroquial para Casais , um encontro especial voltado ao fortalecimento espiritual e à vivência do matrimônio cristão. Com o tema “O Casal Cristão dentro do propósito de Deus na Sagrada Escritura e no mundo atual” , o retiro propõe um momento profundo de reflexão, partilha e renovação da fé, ajudando os casais a redescobrirem o sentido da união à luz do amor de Deus. Inspirado na Palavra — “O que Deus uniu o homem não separa” (Mt 19,6) — o evento convida os participantes a fortalecerem os laços conjugais, cultivando o diálogo, o perdão e a espiritualidade no dia a dia. Ao longo da programação, os casais poderão vivenciar momentos de oração, palestras formativas e dinâmicas que favorecem a convivência e o crescimento mútuo. O retiro é uma oportunidade única para desacelerar a rotina e investir naquilo que é essencial: o amor e a presença de Deus na vida a dois. A participação terá uma contribuição de R$ 60,00 por casal , destinada à alimentação durante o evento. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do QR Code disponível no material de divulgação ou pelo link: paroquiasaosebastiaops.com.br/retiroparacasais2026 Não perca essa oportunidade de viver um dia especial de graça, renovação e fortalecimento do seu matrimônio. Convide seu cônjuge e participe! 💑🙏
- Festa da Divina Misericórdia: um convite ao coração de Deus.
Foto: https://diocesepetropolis.com.br/ Celebrada no segundo domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia nos recorda o imenso amor de Deus por toda a humanidade. Instituída por Papa João Paulo II no ano 2000, esta festa tem suas raízes nas revelações de Jesus à religiosa polonesa Santa Faustina Kowalska, a quem o Senhor confiou a missão de anunciar ao mundo a profundidade de Sua misericórdia. Neste dia, a Igreja nos convida a mergulhar no coração misericordioso de Cristo, que, ressuscitado, se apresenta aos discípulos trazendo a paz e oferecendo o perdão dos pecados (cf. Jo 20,19-23). As chagas gloriosas de Jesus são sinais vivos desse amor que não desiste, que acolhe, cura e restaura. A mensagem da Divina Misericórdia é simples, mas profundamente transformadora: confiar plenamente em Deus e praticar a misericórdia com o próximo. Como nos recorda o próprio Jesus a Santa Faustina: “A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar com confiança para a Minha misericórdia”. Mais do que uma devoção, esta festa é um chamado à conversão do coração. Somos convidados a reconhecer nossas fraquezas, aproximar-nos do sacramento da Reconciliação e viver a Eucaristia com fé renovada, experimentando a graça que brota do lado aberto de Cristo. Neste dia especial, rezemos:“Jesus, eu confio em Vós!” Uma oração simples, mas que resume toda a espiritualidade da Divina Misericórdia. Que a Festa da Divina Misericórdia renove em cada um de nós a esperança, fortaleça nossa fé e nos torne instrumentos do amor de Deus no mundo. Por - Pascom
- Estudo do Catecismo convida fiéis a aprofundarem a fé
A comunidade paroquial promove mais um momento especial de formação com o Estudo do Catecismo da Igreja Católica , uma oportunidade para todos que desejam crescer no conhecimento da fé e compreender com mais profundidade os ensinamentos da Igreja. Com o tema “A Celebração do Mistério Cristão” , o encontro propõe uma reflexão sobre a riqueza da liturgia e dos sacramentos, ajudando os participantes a vivenciarem de forma mais consciente e intensa a vida cristã. O estudo acontecerá na próxima quarta-feira, 08 de abril , às 19h40 , reunindo fiéis em um ambiente de partilha, aprendizado e espiritualidade. Mais do que um momento de estudo, será uma experiência de encontro com Deus, favorecendo o amadurecimento da fé e o fortalecimento da caminhada cristã. A orientação é que os participantes levem seu caderno para anotações e, sobretudo, estejam com o coração aberto para acolher os ensinamentos. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com a Secretaria Paroquial pelo telefone (73) 99914-4192 . “Conhecer a fé é amar ainda mais a Deus.”
- Tarde de Espiritualidade para os Homens será realizada no dia 25 de abril
A Paróquia convida todos os homens para uma profunda experiência de fé durante a Tarde de Espiritualidade para os Homens , que acontecerá no próximo dia 25 de abril, às 14h00 . O encontro propõe um momento especial de intimidade com Deus, fortalecimento espiritual e renovação da missão cristã no cotidiano. Inspirados pelo testemunho de São Sebastião, os participantes são chamados a viver e testemunhar a fé por Cristo, com Cristo e em Cristo . Com base na Palavra de Deus — “Homens chamados a edificar sua casa sobre a rocha” (Mt 7,24) — a tarde será um convite à reflexão sobre a firmeza da fé e a construção de uma vida alicerçada nos valores do Evangelho. A proposta é ajudar cada participante a fortalecer suas bases espirituais, enfrentando os desafios da vida com confiança e perseverança. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas na Secretaria Paroquial ou pelo WhatsApp: (73) 99914-4192 . A participação é aberta a todos os homens que desejam viver uma experiência transformadora e aprofundar sua caminhada de fé. Não fique de fora. Participe e permita-se viver esse momento de encontro com Deus.
- O que é a meditação do Ofício das Trevas? Você conhece?
A tradição do Ofício das Trevas é uma das expressões mais profundas e simbólicas da espiritualidade católica durante a Semana Santa. Carregada de silêncio, contemplação e forte linguagem simbólica, essa oração conduz os fiéis a mergulharem no mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. O que é o Ofício das Trevas? O Ofício das Trevas (em latim, Tenebrae , que significa “trevas” ou “escuridão”) é uma celebração litúrgica tradicional da Igreja. Ele reúne elementos das Matinas e Laudes da Liturgia das Horas, sendo marcado por salmos, leituras e responsórios profundamente meditativos. Um dos aspectos mais marcantes dessa celebração é o progressivo apagar das velas, simbolizando o abandono de Cristo, a escuridão do pecado e a aparente vitória das trevas no momento da Paixão. Origem e história da devoção O Ofício das Trevas remonta aos primeiros séculos do cristianismo, quando os monges já dedicavam as madrugadas à oração. Com o passar do tempo, especialmente durante a Idade Média, essa prática ganhou forma mais estruturada dentro da liturgia romana. Foi sobretudo após o Concílio de Trento (século XVI) que o Ofício das Trevas se consolidou como uma celebração solene, sendo amplamente difundido em mosteiros, catedrais e paróquias. Embora tenha passado por adaptações após o Concílio Vaticano II, muitas comunidades preservam essa tradição como forma de manter viva a riqueza espiritual da Igreja. Os símbolos do Ofício das Trevas A celebração é profundamente simbólica e rica em significados: O candelabro (Tenebrário) : geralmente com 15 velas, que vão sendo apagadas uma a uma. O apagar das luzes : representa a fuga dos discípulos e o abandono de Cristo. A vela escondida : simboliza Jesus Cristo, que, embora pareça vencido, permanece vivo. O “estrondo” final (strepitus) : um ruído forte que recorda o terremoto após a morte de Cristo e o caos aparente daquele momento. Espiritualidade e profundidade da oração Rezar o Ofício das Trevas é entrar em um caminho de silêncio interior, contemplação e penitência. A repetição dos salmos e as leituras — especialmente das Lamentações de Jeremias — convidam o fiel a refletir sobre o pecado, a dor e a esperança da redenção. É uma oração que toca o coração, pois coloca o fiel diante da fragilidade humana e da infinita misericórdia de Deus. Benefícios espirituais dessa devoção A prática do Ofício das Trevas traz inúmeros frutos para a vida espiritual: 1. Profunda união com o mistério da Paixão Ajuda o fiel a viver mais intensamente os acontecimentos da Semana Santa, não apenas como memória, mas como experiência espiritual. 2. Conversão do coração O clima de silêncio e recolhimento favorece o exame de consciência e o desejo sincero de mudança de vida. 3. Fortalecimento da fé Ao contemplar a aparente derrota de Cristo, o fiel aprende a confiar mesmo nos momentos de escuridão. 4. Cura interior A oração profunda e meditativa pode trazer paz, consolo e cura para as dores da alma. 5. Valorização da tradição da Igreja Participar dessa devoção aproxima o fiel das raízes da fé e da riqueza litúrgica da Igreja. Uma luz que vence as trevas O Ofício das Trevas não termina na escuridão. A vela que permanece acesa, ainda que escondida, anuncia que a morte não tem a última palavra. Em Páscoa, a luz ressurge vitoriosa. Assim, essa devoção nos ensina que, mesmo nas noites mais escuras da vida, Deus continua presente — silencioso, mas fiel. Vivenciar o Ofício das Trevas é permitir que o coração atravesse a noite com Cristo, na certeza de que, ao final, sempre haverá luz. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Bibliografia Bíblia Sagrada. Diversas edições. (Especialmente os Salmos e o Livro das Lamentações, amplamente utilizados no Ofício das Trevas.) Liturgia das Horas. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), várias edições. (Base oficial para a oração das Matinas e Laudes, que compõem o Ofício das Trevas.) Missal Romano. Edições típicas e traduções oficiais. (Contém a estrutura litúrgica da Semana Santa.) Cerimonial dos Bispos. Edições Paulinas. (Descreve celebrações solenes, incluindo práticas tradicionais da Semana Santa.) A Semana Santa. Edições variadas. (Comentário espiritual detalhado sobre os ritos da Semana Santa.) Introdução ao Espírito da Liturgia. Edições Paulinas. (Reflexões teológicas sobre o sentido da liturgia na Igreja.) Concílio Vaticano II. Documentos oficiais, especialmente a Constituição Sacrosanctum Concilium . (Fundamental para compreender as reformas e adaptações litúrgicas.)
- Meditação das 7 Dores de Nossa Senhora: Caminho de amor, fé e cura interior
Dentro da programação da Semana Santa em divérsas Paróquias como é o caso da nossa, é tradição fazer a meditação da devoção às Sete Dores de Nossa Senhora . Esta prática carega uma profunda espiritualidade cristã, que nos convida a contemplar o sofrimento da Virgem Maria unido ao mistério redentor de Jesus Cristo. Mais do que recordar momentos dolorosos, essa meditação nos ajuda a compreender o valor da entrega, da confiança em Deus e da esperança mesmo nas horas mais difíceis. O que são as 7 Dores de Nossa Senhora ? A tradição da Igreja nos apresenta sete momentos marcantes de dor vividos por Maria: 1 - A profecia de Simeão (Lc 2,34-35) 2 - A fuga para o Egito (Mt 2,13-15) 3 - A perda do Menino Jesus no templo (Lc 2,41-50) 4 - O encontro com Jesus a caminho do Calvário 5 - A crucificação e morte de Jesus (Jo 19,25-30) 6 - Jesus descido da cruz e entregue à sua Mãe 7 - O sepultamento de Jesus (Jo 19,40-42) Cada uma dessas dores revela o coração de uma Mãe que sofre, mas permanece fiel ao plano de Deus. Aprender com Maria Na catequese, a meditação das 7 dores pode ser compreendida como uma escola de vida espiritual: Dor não é abandono : Maria sofreu, mas nunca perdeu a fé. Silêncio que confia : mesmo sem entender tudo, ela guardava e meditava no coração. Amor que se entrega : Maria nos ensina a amar até o fim, mesmo quando dói. Esperança que permanece : a dor não foi o fim, mas caminho para a Ressurreição. Essa prática ajuda o fiel a olhar suas próprias dores com um novo sentido, iluminado pela fé. Atos de piedade ligados a essa devoção A devoção às 7 dores pode ser vivida de diversas formas simples e profundas: Rezar o Terço das Sete Dores Meditar cada dor com leitura bíblica Participar da Via-Sacra, unindo-se à dor de Maria Oferecer pequenos sacrifícios em união com Nossa Senhora Fazer momentos de silêncio e contemplação Esses atos fortalecem a intimidade com Deus e educam o coração para uma fé mais madura. Benefícios espirituais: cura para a alma A meditação das dores de Maria traz frutos concretos para a vida espiritual: Cura das feridas interiores : ao contemplar a dor de Maria, encontramos consolo para nossas próprias dores Fortalecimento na fé : aprendemos a confiar mesmo nas provações Crescimento na compaixão : tornamo-nos mais sensíveis ao sofrimento do próximo Libertação do desespero : percebemos que Deus transforma dor em graça Paz interior : o coração se acalma ao se colocar sob o olhar materno de Maria Maria não apenas sofreu — ela nos acompanha em nossas dores, intercedendo por cada um de nós. Um caminho de encontro com Deus Meditar as 7 dores de Nossa Senhora é permitir que nossa vida seja tocada pelo amor de uma Mãe que compreende o sofrimento humano. Em cada dor, encontramos um convite: confiar, perseverar e amar mais profundamente . Que essa devoção nos ajude a caminhar com fé, certos de que, assim como Maria, também somos conduzidos por Deus rumo à vitória da vida sobre a dor. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Bibliografia A reflexão apresentada baseia-se na Sagrada Escritura, na Tradição da Igreja e em fontes reconhecidas da espiritualidade católica: Bíblia Sagrada. Evangelhos de Lucas, Mateus e João. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Edições CNBB. Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Vaticano. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. São Luís Maria Grignion de Montfort. Escritos sobre a devoção mariana. Ordem dos Servos de Maria (Servitas). Tradição e difusão da devoção às Sete Dores de Nossa Senhora. Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia. Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Vaticano, 2001. CNBB. Subsídios pastorais e litúrgicos.
- Domingo de Ramos: sentido e ensinamentos para a nossa fé.
Foto: Pascom O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, o coração do ano litúrgico da Igreja. Neste dia, a liturgia nos convida a contemplar dois momentos importantes da vida de Jesus: sua entrada em Jerusalém e o início de sua Paixão. A entrada de Jesus em Jerusalém é narrada nos Evangelhos, como no Evangelho de Mateus (Mt 21,1-11). Ele entra montado em um jumentinho, cumprindo a profecia do Antigo Testamento e revelando que é um Rei diferente: não vem com poder ou violência, mas com humildade e mansidão. O povo o acolhe com ramos e mantos pelo caminho, proclamando: “Hosana ao Filho de Davi!” . Esse gesto expressa reconhecimento e esperança. No entanto, muitos ainda não compreendiam plenamente que o Reino de Jesus não é deste mundo, mas um Reino de amor, serviço e entrega. Por isso, a liturgia deste dia também nos apresenta a narrativa da Paixão. A Igreja nos ensina que não podemos separar a glória da cruz. O Cristo que é aclamado é o mesmo que será rejeitado e crucificado. Esse contraste nos ajuda a refletir sobre a incoerência humana e nos convida à fidelidade. Os ramos que levamos e foram abençoados têm um profundo significado catequético: eles nos recordam a vitória de Cristo, mas também o compromisso de segui-lo. Guardá-los em casa é um sinal visível da nossa fé e da presença de Deus em nossa vida cotidiana. Por Pascom
- SEMANA SANTA 2026✝️
. Um tempo sagrado para silenciar o coração, contemplar o mistério da Cruz e renovar a esperança na Ressurreição. 🙏❤️ . Durante toda a semana, somos convidados a caminhar com Jesus, desde a entrada triunfal em Jerusalém 🌿 até a vitória da vida sobre a morte ✨ . 📅 Confira a programação completa e participe conosco. . 📍 Venha viver intensamente este tempo de graça! Traga sua família e caminhe conosco nessa jornada de fé. 🤍 Programação:
- Papa: na Quaresma, abster-se de palavras que ferem o próximo.
Foto: Vaticannews "Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão" é o título da mensagem do Papa Leão XIV para a Quaresma de 2026. O Pontífice convida os fiéis a um "jejum que também passe pela língua, para que diminuam as palavras ofensivas e aumente o espaço dado à voz do outro". Um jejum de palavras ofensivas: este é o convite do Papa Leão XIV aos fiéis que se preparam par a viver a Quaresma , “te mpo em que a Igreja nos convida a recolocar o mistério de Deus no centro da nossa vida”. Para que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano, o Pontífice recorda que é preciso empreender o caminho de conversão, que começa quando nos deixamos alcançar pela Palavra e a acolhemos com docilidade de espírito. Escutar Este ano, o Papa destaca, em primeiro lugar, a importância de dar lugar à Palavra através da escuta , “pois a disponibilidade para escutar é o primeiro sinal com que se manifesta o desejo de entrar em relação com o outro”. Escutar a Palavra na liturgia, escreve o Pontífice, nos educa para uma escuta mais verdadeira da realidade. “Entre as muitas vozes que passam pela nossa vida pessoal e social, as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta.” Jejuar Se a Quaresma é um tempo de escuta, prossegue o Papa, o jejum constitui uma prática concreta que nos predispõe a acolher a Palavra de Deus. Por implicar o corpo, é útil para discernir e ordenar os “apetites”, para manter vigilante a fome e a sede de justiça, subtraindo-a à resignação e instruindo-a a fim de se tornar oração e responsabilidade para com o próximo. No entanto, adverte o Santo Padre, para que o jejum conserve a sua autenticidade evangélica e evite a tentação de envaidecer o coração, deve ser sempre vivido com fé e humildade e deve incluir também outras formas de privação. Leão XIV então convida os fiéis a uma forma de abstinência “muito concreta e frequentemente pouco apreciada”, ou seja, a abstinência de palavras que atingem e ferem o nosso próximo. “Comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias.” Em vez disso, o Papa propõe aprender a medir as palavras e a cultivar a gentileza na família, entre amigos, nos locais de trabalho, nas redes sociais, nos debates políticos, nos meios de comunicação social e nas comunidades cristãs. “Assim, muitas palavras de ódio darão lugar a palavras de esperança e paz.” Juntos O Pontífice conclui recordando que a Quaresma realça a dimensão comunitária da escuta da Palavra e da prática do jejum. “As nossas paróquias, famílias, grupos eclesiais e comunidades religiosas são chamadas a percorrer, durante a Quaresma, um caminho partilhado, no qual a escuta da Palavra de Deus, assim como do clamor dos pobres e da terra, se torne forma de vida comum e o jejum suporte um verdadeiro arrependimento.” Fonte: Vaticannews https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-02/papa-leao-xiv-mensagem-quaresma-2026-jejum-palavras.html
- Formação de Pais e Padrinhos - Batismo
💧✝️ Preparação para o Santo Batismo . O Batismo é a porta de entrada para a vida cristã e um momento de grande graça para toda a família. 👶🙏 . Por isso, convidamos pais e padrinhos para participarem da Formação para o Batismo, um encontro especial de orientação, fé e compromisso com a caminhada cristã da criança. . 📅 28 de março 🕑 14h00 . 📝 Inscrições abertas! 📲 Faça sua inscrição pelo QR Code ou acesse o site da paróquia . . Que este seja o início de uma linda caminhada com Cristo! ✨💒 . #Batismo #SacramentoDoBatismo #PaisEPadrinhos #VidaCristã #Igreja #Fé #ParóquiaSãoSebastião #Pascom #25AnosDeMissão 🙌
- ✨ JESUS NA PRAÇA – II Edição ✨
No dia 01 de março (domingo), às 18h, teremos um encontro especial na Praça São Sebastião. Um momento de fé, oração e profunda intimidade com Aquele que é o centro da nossa vida. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” (Jo 14,6) Com esta certeza, nos reuniremos para proclamar que Cristo caminha conosco, ilumina nossas decisões e renova nossa esperança. Será uma tarde de comunhão, louvor e adoração, onde cada coração poderá experimentar a presença viva de Jesus no meio do seu povo. Traga sua família, convide seus amigos e venha viver essa graça conosco! Que esta 2° edição do "Jesus na Praça" seja mais um marco na nossa caminhada de fé, fortalecendo nossa missão e reacendendo em nós o ardor de sermos discípulos e missionários. Esperamos você!
- No Deserto com Cristo: A Pedagogia Espiritual da Quaresma
A espiritualidade do cristão católico no tempo da Quaresma é marcada por um forte chamado à conversão, à oração e à renovação interior. Este tempo litúrgico, que prepara para a celebração da Páscoa, é inspirado nos quarenta dias que Jesus passou no deserto ( Mt 4,1-11). A Igreja convida os fiéis a viverem esse período como um caminho de retorno a Deus, revendo atitudes, fortalecendo a fé e assumindo um compromisso mais profundo com o Evangelho. Os documentos da Igreja destacam que a Quaresma possui um caráter penitencial e batismal. A Constituição Sacrosanctum Concilium , do Concílio Vaticano II , orienta que esse tempo favoreça tanto a preparação dos catecúmenos para o Batismo quanto a renovação das promessas batismais de toda a comunidade. Já o Catecismo da Igreja Católica reforça que a penitência interior do cristão pode se expressar de muitas formas, especialmente por meio da oração, do jejum e da esmola, práticas tradicionais intensificadas nesse período. A tradição da Igreja também sublinha a importância da escuta mais assídua da Palavra de Deus e da participação na vida sacramental, sobretudo no Sacramento da Reconciliação. A Quaresma é vista como um tempo favorável para a confissão, para a revisão de vida e para a prática concreta da caridade. Não se trata apenas de renúncias externas, mas de uma verdadeira mudança de coração, que leve o fiel a configurar-se cada vez mais a Cristo. Outro elemento central é a vivência comunitária. A espiritualidade quaresmal não é individualista: ela se expressa na caminhada da comunidade, nas celebrações penitenciais, na Via-Sacra e nas iniciativas solidárias. No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil promove anualmente a Campanha da Fraternidade, incentivando a reflexão e a ação concreta diante de desafios sociais, à luz do Evangelho. Assim, a Quaresma é compreendida como um tempo de graça e oportunidade. Orientada pelos documentos oficiais e sustentada por séculos de tradição, a Igreja convida cada cristão a trilhar um caminho de deserto que conduz à vida nova da Ressurreição. É um período de silêncio, oração e compromisso, no qual o fiel se deixa transformar pelo amor misericordioso de Deus, preparando o coração para celebrar com autenticidade a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Referências: 1 - Concílio Vaticano II. Sacrosanctum Concilium: Constituição sobre a Sagrada Liturgia . 1963. 2 - Igreja Católica. Catecismo da Igreja Católica . 2. ed. típica. Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1997. 3 - Igreja Católica. Código de Direito Canônico . Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1983. Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Campanha da Fraternidade: Texto-Base (edições anuais). Brasília: Edições CNBB. 4 - Santa Sé. Diretório sobre Piedade Popular e Liturgia . Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Vaticano, 2002. 5 - BÍBLIA. Bíblia Sagrada . Tradução oficial da CNBB. Brasília: Edições CNBB, 2018.













