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  • Os novos caminhos da evangelização da Igreja no Brasil para 2026-2032

    No dia 17 de junho de 2026, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou o Documento 114, que reúne as novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o período de 2026 a 2032. Mais do que um conjunto de normas, as Diretrizes são um instrumento de comunhão e discernimento que orienta a missão evangelizadora da Igreja em todo o país. Elaboradas a partir da escuta das dioceses, organismos pastorais e da realidade brasileira, elas procuram responder aos desafios atuais da evangelização à luz do Evangelho e do caminho sinodal proposto pela Igreja. As Diretrizes surgem da necessidade de ajudar a Igreja a caminhar unida em sua missão. Embora cada diocese e paróquia possua sua própria realidade, todas fazem parte da mesma Igreja e compartilham a mesma missão de anunciar Jesus Cristo. Por isso, a CNBB periodicamente oferece orientações pastorais que ajudam a identificar prioridades, fortalecer a comunhão entre as comunidades e responder aos sinais dos tempos. Dessa forma, a evangelização não acontece de maneira isolada, mas como expressão de uma Igreja que caminha em unidade. Na prática, as Diretrizes servem como referência para o planejamento pastoral das dioceses e paróquias. Após o lançamento do documento, cada diocese é chamada a estudá-lo e adaptá-lo à sua realidade local por meio de assembleias, conselhos pastorais e encontros de formação. A partir desse processo, são elaborados os planos diocesanos e paroquiais de pastoral, que definem metas, prioridades e ações concretas para os próximos anos. Assim, as orientações nacionais se transformam em iniciativas práticas nas comunidades, pastorais, movimentos e serviços eclesiais. Entre os diversos aspectos presentes no Documento 114, destacam-se a centralidade da Palavra de Deus, a iniciação à vida cristã, a formação missionária dos fiéis, o fortalecimento das comunidades, a cultura do encontro, a evangelização no ambiente digital e o compromisso com os mais pobres e vulneráveis. As Diretrizes também reforçam a importância da sinodalidade, ou seja, do caminhar juntos, valorizando a participação de todos os batizados na vida e na missão da Igreja. Os frutos esperados da aplicação dessas Diretrizes são muitos. Quando uma comunidade assume um planejamento evangelizador inspirado pelas orientações da Igreja, cresce a unidade pastoral, fortalece-se a formação dos agentes, ampliam-se as ações missionárias e aumenta a capacidade de acolher e acompanhar as pessoas em sua caminhada de fé. Mais do que realizar atividades, as Diretrizes buscam promover uma verdadeira conversão pastoral e missionária, ajudando a Igreja a ser cada vez mais uma presença viva de Cristo no mundo. Em última análise, seu maior impacto é favorecer uma evangelização mais eficaz, próxima das pessoas e fiel ao mandato de Jesus: “Ide e fazei discípulos todos os povos” (Mt 28,19). Neste novo ciclo evangelizador, o Documento 114 convida toda a Igreja no Brasil a renovar seu compromisso com a missão, tornando cada comunidade uma verdadeira "Tenda do Encontro": lugar de acolhida, comunhão, formação e envio missionário. Assim, as Diretrizes não são apenas um documento, mas um chamado para que cada batizado seja protagonista na construção de uma Igreja cada vez mais missionária, sinodal e evangelizadora. Por Pascom Paróquia São Sebastião REFERÊNCIAS Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2026-2032 (Documento 114). Brasília: Edições CNBB, 2026. CNBB – 7 passos na construção das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2026-2032. Acesso em: 22 jun. 2026. Vatican News – CNBB lança novas Diretrizes e convida Igreja a alargar a Tenda do Encontro. Acesso em: 22 jun. 2026. CNBB – Diretrizes e implementação do Sínodo: três passos para a Igreja no Brasil. Acesso em: 22 jun. 2026. Arquidiocese de Belo Horizonte – CNBB apresenta novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora para o período 2026-2032. Acesso em: 22 jun. 2026.

  • Ação de Graças celebra 25 anos do Apostolado da Oração na Paróquia São Sebastião

    A Paróquia São Sebastião, em Porto Seguro, convida toda a comunidade para um momento especial de fé e gratidão: a celebração da Santa Missa em Ação de Graças pelos 25 anos do Apostolado da Oração. A celebração acontecerá no próximo dia 26 de junho (sexta-feira), às 15h, reunindo fiéis para agradecer a Deus por uma trajetória marcada pela oração, missão e testemunho cristão. Ao longo de um quarto de século, o Apostolado da Oração tem sido presença viva na comunidade paroquial, reunindo homens e mulheres comprometidos com a espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus. Por meio da oração diária, da intercessão e da vivência da fé, os membros do apostolado contribuem de forma significativa para a vida espiritual da paróquia. A data jubilar é também um convite à memória e à gratidão por todos aqueles que, ao longo desses anos, fizeram parte dessa caminhada de amor e perseverança. Inspirados pelo ensinamento de São Pio de Pietrelcina — “Que o coração de Jesus seja o centro de todas as tuas atenções” —, os fiéis renovam seu compromisso de seguir Cristo com fidelidade e devoção. A celebração será um momento de unidade e louvor, reafirmando a confiança no Sagrado Coração de Jesus e fortalecendo a esperança de continuar a missão evangelizadora com ardor e dedicação. Sagrado Coração de Jesus, em Vós confiamos!

  • CAMPANHA DO AGASALHO 2026

    "Quem tem duas túnicas, reparta com quem não tem." (Lc 3,11) A Pastoral da Criança da Paróquia São Sebastião convida toda a comunidade a participar da Campanha do Agasalho 2026. Com a chegada dos dias mais frios, queremos levar acolhimento, dignidade e esperança às crianças e famílias acompanhadas pela pastoral. Doe: • Agasalhos infantis e adultos * Casacos e blusas de frio * Cobertores, meias e roupas de inverno em bom estado Local de entrega: Paróquia São Sebastião – Porto Seguro/BA Cada doação é um gesto de amor que aquece o corpo e o coração de quem mais precisa. Vamos transformar solidariedade em calor humano e testemunhar o amor de Cristo através de ações concretas de fraternidade. Doe. Compartilhe. Aqueça uma vida! "Para cada criança, vida em abundância."

  • Feijoada Solidária fortalece a evangelização de casais na Paróquia São Sebastião

    A Paróquia São Sebastião promove, no próximo dia 05 de julho de 2026 (domingo), às 12h, uma deliciosa Feijoada Solidária em prol da Evangelização de Casais. A iniciativa une sabor, fraternidade e missão, com o objetivo de fortalecer os trabalhos pastorais voltados às famílias da comunidade. Inspirada no espírito de partilha e comunhão, a ação convida todos os fiéis e amigos da paróquia a colaborarem com esse projeto que leva o amor de Cristo aos lares, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos familiares e da vida cristã. Mais do que uma refeição, trata-se de um gesto concreto de solidariedade que transforma vidas. Os ingressos estão disponíveis pelo valor de R$ 25,00, e os participantes também contam com a opção de entrega, facilitando ainda mais a adesão. Para garantir a sua feijoada, basta entrar em contato pelo WhatsApp: (73) 99832-0077. A retirada acontecerá na Congregação das Servas do Sagrado Coração de Santa Catarina Volpicelli, localizada na Rua Armando Ribeiro Carneiro, 40 – Centro. Com o lema “A solidariedade de hoje transforma o amanhã”, a paróquia reforça o convite a toda a comunidade: participe, colabore e faça parte dessa missão evangelizadora. Contamos com você! Juntos pela evangelização!

  • O caminho do amor ensinado por Jesus

    No Evangelho de domingo, Jesus nos convida a dar um passo além da lógica humana. Enquanto o mundo ensina a revidar as ofensas e a responder ao mal com a mesma moeda, o Senhor nos apresenta o caminho do amor que desarma a violência e da misericórdia que rompe o ciclo da vingança. "Eu, porém, vos digo: não enfrenteis quem é malvado" (Mt 5,39). Essas palavras não significam aceitar passivamente as injustiças, mas testemunhar uma força maior: a força do amor que nasce de Deus. Jesus nos ensina que a verdadeira vitória não está em derrotar o outro, mas em vencer o mal que tenta habitar em nosso próprio coração. Quantas vezes somos feridos por palavras, atitudes ou incompreensões! A reação imediata costuma ser a defesa, a revolta ou o desejo de retribuir a dor recebida. No entanto, o Evangelho nos convida a agir de modo diferente. O discípulo de Cristo é chamado a cultivar um coração livre do ressentimento, capaz de perdoar e de responder com bondade mesmo diante das adversidades. Ao oferecer a outra face, caminhar a segunda milha e agir com generosidade, não demonstramos fraqueza, mas a coragem daqueles que confiam plenamente em Deus. Somente um coração transformado pela graça consegue amar quando seria mais fácil odiar, compreender quando seria mais fácil julgar e perdoar quando seria mais fácil guardar mágoas. Peçamos ao Senhor, neste dia, a graça de sermos instrumentos de sua paz. Que nossas palavras, gestos e decisões sejam iluminados pelo Evangelho, para que possamos testemunhar ao mundo que o amor é sempre mais forte que o mal. Que Maria, Mãe da Misericórdia, nos ensine a acolher a Palavra de Deus e a vivê-la com fidelidade em cada circunstância da nossa vida. ¨Senhor Jesus, transforma o nosso coração para que sejamos capazes de responder ao mal com o bem, à ofensa com o perdão e à indiferença com o amor. Amém". Por Pascom

  • O jeito jovem de amar e seguir Jesus: Uma experiência dinâmica, alegre e transformadora 

    Partindo da experiência do retiro dos jovens do grupo Alvorada do último fim de semana, onde observamos a dedicação, a entrega o amor em servir, mas também a alegria e a emoção nas músicas e momentos de oração com os jovens que estavam vivenciando a experiência, lembrando também do recente encontro diocesano da Pastoral dos coroinhas que conseguiu reunir mais de 1000 jovens na semana anterior, nos faz refletir sobre o jeito jovem de participar da igreja e demonstrar sua fé. A fé católica sempre encontrou diferentes formas de se manifestar ao longo da história. Na vida dos jovens, essa realidade ganha cores, sons, gestos e experiências que revelam a beleza de um encontro pessoal com Jesus Cristo. Seja através dos grupos de jovens, retiros espirituais, missões, momentos de oração, música, teatro, ações solidárias ou da participação na liturgia, a juventude demonstra que a fé não é algo distante ou preso ao passado, mas uma experiência viva que transforma o presente e inspira o futuro. Cada jovem encontra um caminho particular para expressar seu amor a Deus, sem perder a unidade da fé que une toda a Igreja. Em um mundo marcado pela velocidade das informações, pelas mudanças constantes e pelos desafios que atingem as novas gerações, os jovens católicos têm mostrado que é possível viver a fé com autenticidade e alegria. Muitos encontram em suas comunidades um espaço de acolhimento, amizade e crescimento espiritual. Através do serviço ao próximo, do testemunho de vida e da convivência fraterna, descobrem que seguir Jesus não significa abrir mão da felicidade, mas encontrar um sentido mais profundo para a própria existência. A alegria cristã nasce justamente da certeza de que Deus caminha ao lado de seus filhos em todos os momentos. As diversas expressões juvenis da fé também revelam a riqueza da Igreja Católica. Há aqueles que se aproximam de Deus pela contemplação e pelo silêncio da oração; outros encontram sua forma de evangelizar na música, na dança, na arte ou nas redes sociais. Existem jovens que testemunham sua fé em ações missionárias, visitando famílias, auxiliando pessoas em situação de vulnerabilidade ou participando de projetos sociais. Em cada uma dessas experiências, o mesmo Espírito Santo age, despertando dons e vocações diferentes para a construção do Reino de Deus. A diversidade de expressões não divide a Igreja; ao contrário, enriquece sua missão evangelizadora. A juventude possui uma maneira própria de viver e comunicar a fé: espontânea, criativa e cheia de entusiasmo. Essa característica foi frequentemente valorizada pelos papas, especialmente por São João Paulo II, que chamava os jovens de “sentinelas da manhã”, e por Papa Francisco, que os incentiva a serem protagonistas da transformação do mundo. Quando os jovens colocam seus talentos a serviço de Deus, tornam-se sinais de esperança para a sociedade. Seu testemunho mostra que o Evangelho continua atual e capaz de responder às inquietações mais profundas do coração humano. Mais do que práticas religiosas, as expressões da fé juvenil são frutos de uma relação de amor com Jesus Cristo. É esse encontro que motiva os jovens a cantar, rezar, servir, evangelizar e construir comunidades mais fraternas. Em cada sorriso, abraço, missão, vigília ou celebração, encontra-se o desejo sincero de viver o mandamento do amor ensinado por Cristo. Assim, a juventude recorda à Igreja e ao mundo que a fé é uma experiência dinâmica, alegre e transformadora, capaz de renovar vidas e acender a esperança de uma sociedade mais humana, solidária e próxima de Deus. Por Pascom Paróquia São Sebastião Referências Bibliográficas Bíblia Sagrada. Evangelho de Mateus 28,19-20; Evangelho de João 15,9-17. Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Loyola, 2000. Christus Vivit. Papa Francisco, 2019. Carta aos Jovens do Mundo. São João Paulo II, 1985. Documento 85 – Evangelização da Juventude. CNBB, 2007.

  • Pentecostes é a festa da Nova Aliança

    Foto: Vaticannews Do Espírito do Ressuscitado, Leão XIV sublinhou três aspectos: paz, missão e verdade. Na sua Páscoa, Cristo estabelece a paz entre Deus e a humanidade, e o Espírito Santo infunde-a nos corações e difunde-a pelo mundo. Esta paz, observou o Santo Padre, provém do perdão e nos leva ao perdão. Jesus nos confia assim uma obra divina, porque só Deus pode perdoar os pecados, e tal autoridade é concedida em sinal de uma reconciliação universal. Deste modo, o Pentecostes realiza-se como festa da Nova Aliança: a aliança entre Deus e todos os povos da terra. “Por isso, com o nosso coração podemos invocar: «Veni Sancte Spiritus», porque Ele já nos foi dado. Podemos desejá-Lo, porque já nos foi prometido. Podemos acolhê-Lo, porque Ele próprio é o doce hóspede da alma.” A missão foi o segundo aspecto salientado pelo Papa. «Assim como o Pai me enviou», diz o Senhor, «também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21). Somos deste modo envolvidos na missão de Jesus. Agora que os Apóstolos receberam o Sopro do Ressuscitado dentro de si, este anúncio sai da sua boca, tem a voz de Pedro e dos que estão com ele. "Somos verdadeiramente participantes do Evangelho: toda a Igreja é dele protagonista, não apenas guardiã", disse o Papa. Com a força do Espírito, o anúncio enche-se de alegria e esperança. Se por um lado há mudanças que não renovam o mundo, mas o envelhecem entre erros e violências; por outro, o Espírito Santo ilumina as mentes e suscita nos corações novas forças de vida. É assim que transfigura a história, abrindo-a à salvação. O Espírito nos protege das facções e hipocrisias Esta missão leva ao terceiro aspecto, pois o anúncio consiste em proclamar a verdade de Deus e do homem. O Espírito, afirmou Leão XIV, promove sempre a unidade na verdade, porque suscita em nós compreensão, concórdia e coerência de vida. “O Paráclito nos defende de tudo o que impede esta compreensão: das facções, das hipocrisias, das modas que obscurecem a luz do Evangelho. A verdade que Deus nos dá permanece assim como palavra libertadora para todos os povos, mensagem que transforma por dentro cada cultura.” O Espírito do Ressuscitado é derramado constantemente e não apenas uma vez, como atestam os inúmeros dons e carismas. O Papa então concluiu: "Caríssimos, com coração ardente, rezemos hoje para que o Espírito do Ressuscitado nos salve do mal da guerra, que é vencida não por uma superpotência, mas pela Onipotência do amor. Rezemos para que Ele liberte a humanidade da miséria, que é redimida não por uma riqueza incalculável, mas por um dom inesgotável. Rezemos para que nos cure da ferida do pecado, pela redenção anunciada a todos os povos em nome de Jesus. Esta é a graça que infunde coragem aos Apóstolos: por intercessão de Maria, Mãe da Igreja, a infunda também em nós, hoje e sempre." Por Vatican News

  • Cristo caminha conosco na missão de evangelizar: Ide sem medo

    No Evangelho de Mateus 28,16-20, Jesus ressuscitado encontra seus discípulos e lhes entrega uma grande missão: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”. Essas palavras não foram dirigidas apenas aos apóstolos daquele tempo, mas também a cada cristão batizado de hoje. Somos chamados a anunciar o amor de Deus através de nossas palavras, atitudes e testemunho de vida. Em um mundo tantas vezes marcado pela tristeza, pela violência e pela indiferença, o cristão é convidado a ser sinal de esperança e de paz. Jesus conhece nossas limitações, nossos medos e dificuldades. Mesmo assim, Ele confia em nós e nos envia em missão. Isso nos mostra que a evangelização não depende somente de nossas capacidades humanas, mas da graça de Deus que age em nossa vida. Quando servimos com amor em nossas comunidades, em nossas famílias e nos ambientes onde convivemos, o próprio Cristo caminha conosco e fortalece nossos passos. O Batismo nos torna discípulos missionários. Não podemos guardar a fé apenas para nós mesmos. Cada gesto de acolhida, cada palavra de consolo, cada oração e cada atitude de solidariedade são formas de anunciar o Evangelho. Hoje, além dos espaços presenciais, também somos chamados a evangelizar nos meios sociais e virtuais que frequentamos, levando mensagens de fé, respeito, esperança e fraternidade. A promessa de Jesus é fonte de confiança para todos nós: “Eu estarei convosco todos os dias, até o fim dos tempos”. Essa certeza anima a Igreja a continuar sua missão mesmo diante dos desafios do mundo atual. Cristo não abandona seus filhos. Ele nos oferece as ferramentas certas para servir: a força do Espírito Santo, a Palavra de Deus, os sacramentos e a comunhão fraterna da comunidade cristã. Que este Evangelho renove em cada coração o desejo de viver a missão com alegria e coragem. Somos enviados para iluminar o mundo com a luz de Cristo, construindo relações de amor, justiça e fraternidade. Onde houver um cristão comprometido com o Evangelho, ali também haverá a presença viva de Jesus, sustentando, guiando e transformando vidas através do testemunho fiel de seus discípulos. Por Pascom Paróquia São Sebasião Referências Bíblicas e Catequéticas Bíblia Sagrada. Evangelho segundo São Mateus 28,16-20. Bíblia Sagrada Catecismo da Igreja Católica, §§ 849-856 — A missão evangelizadora da Igreja. Catecismo da Igreja Católica, §§ 1213-1284 — O sacramento do Batismo e a vida cristã. Evangelii Gaudium — Sobre a alegria do Evangelho e o chamado missionário dos cristãos. Papa Francisco, Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais — Evangelização nos ambientes digitais. Documento de Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB): “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – Sal da Terra e Luz do Mundo” (Documento 105).

  • Mãe Maria, Ele a teve única entre todas as outras, preparada pelo Pai do Céu para ser santa e imaculada.

    Créditos: germi_p by Getty Images Jesus Cristo se manifestou pequeno e pobre, nascendo em Belém, povoado simples e só aparentemente sem importância, pois “Tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um príncipe que será o pastor do meu povo, Israel” (Mt 2,6). Tomou as vestes da simplicidade, manifestando o maior poder de Deus, que vai ao mais profundo das realidades humanas para resgatá-las em seu amor. Chamado “Filho do Carpinteiro” José, aprendeu, Ele mesmo, uma profissão humana, trabalhador manual, para que as atividades humanas fossem reconhecidas em sua inigualável dignidade. N’Ele, todo trabalho humano feito com amor é reconhecido como contribuição na edificação do Reino de Deus. Nazaré foi seu ambiente de crescimento na infância, adolescência e juventude, com tudo o que significa convivência sadia, pois se fez igual a nós em tudo, menos no pecado. Foi tão parecido, que seus concidadãos se admiravam pela sabedoria com que agia e falava (cf. Mt 13,54-55), tudo vindo de dentro, do amor infinito, que é só de Deus, e Ele é Deus! Numa pessoa, feminina em sua doçura, mulher forte, experimentada na provação, formada nas estradas que foram de Nazaré a Belém, ou passaram pelo Egito, peregrinaram a Jerusalém, foi solícita em Caná e capaz de se fazer discípula do próprio Filho. Declarou-se escrava, e aí estava a sua felicidade, sua bem-aventurança. Na hora definitiva da obra de salvação, realizada e merecida pelo Senhor Salvador, estava de pé junto à Cruz, colaboradora do Redentor. O amor que perpassou seus pensamentos, palavras e gestos, conduziu-a ao testemunho do derramamento do Espírito Santo no Pentecostes, ela que fora envolvida com a sombra do mesmo Espírito, para a Encarnação do Verbo de Deus. Não fez “grandes” coisas, pois estas foram feitas por Deus em sua história (cf. Lc 1,46-49). Sua vida é apenas e tão somente ser a Mãe do Belo Amor, e o tudo de Deus se realiza em seus passos. Um dia bonito raiou no Rio Jordão, quando sol, água, vozes, pomba, tudo comparece para que se inaugure o ministério da vida pública de Jesus, amor de Deus feito carne, Filho amado a ser acolhido e ouvido. Testemunha-se ali a revelação da Trindade! É o amor que circula entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. É a humanidade que em João Batista se inclina e quer deixar-se batizar na nova e definitiva torrente que brota do Céu. É o amor de Deus que se derrama, pelo Espírito Santo que nos é dado (cf. Rm 5, 5). O Messias foi aguardado com ansiedade por muitos séculos. Era o desejo profundo da plena comunhão entre o Céu e a Terra. Só que muitas pessoas o imaginavam poderoso nas batalhas, violento para destituir os opressores! Nesse sentido, Jesus decepciona tais expectativas, porque chega num jumentinho, montaria dos pobres, em vez dos garbosos cavalos dos vencedores das guerras ou dos dominadores enriquecidos pelo butim dos povos conquistados. Ele vem como o Rei da Paz. Aparentemente, terminou Sua missão no fracasso da morte e anunciou apenas o amor que realizou. Venceu a morte, sim, mas sua ressurreição só é conhecida através do testemunho. Com ele, só se pode estabelecer relacionamento através do caminho da fé, que significa confiança gratuita e absoluta e conduz ao amor livre e decidido entre Deus e os homens e as mulheres que criou e entre estes, na reciprocidade do dom e da ternura. Foi muito difícil para os discípulos de Jesus chegarem à compreensão dos segredos do Mestre. Por três anos, brotaram muitas interrogações em seus corações, pelo fato de serem também herdeiros da expectativa do Povo de Israel. Uma delas é a pergunta a respeito do “seu” mandamento, com a qual pretendiam penetrar no mais íntimo do coração do Senhor (cf. Jo 15, 9-17). Não lhes revelou qualquer fórmula mágica para os problemas do mundo, mas deu-lhes de presente o próprio Céu, o jeito de Deus viver: “Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 15, 12). Trata-se de acreditar que o Céu resolve os problemas da terra! É trazer para o dia a dia os critérios de Deus, que nos ama por primeiro, quer para todos vida em abundância, perdoa sempre com misericórdia, a ternura de Deus, que vai ao encontro de quem se perdeu. Por Dom Alberto Taveira Corrêa Fonte Canção Nova

  • Maio - Tempo em que o Coração da Igreja se volta para Nossa Senhora

    A cada ano o mês de Maio chega e ouvimos: Estamos no mês de Maria, mas você já se perguntou porque maio é um tempo especial de ternura e devoção a Nossa Senhora no coração da Igreja? Sabemos que é o mês em que os fiéis voltam seus olhos e suas preces de maneira ainda mais intensa para Maria, a Mãe de Jesus e nossa Mãe. O que muitas pessoas desconhecem é que essa tradição nasceu da sensibilidade do povo cristão ao reconhecer, na beleza da primavera europeia — tempo de flores e renovação —, um símbolo da pureza, da delicadeza e da vida que Maria representa. Assim, ao longo dos séculos, a Igreja foi consolidando o mês de maio como um convite à contemplação do amor materno de Nossa Senhora, aquela que acolhe, intercede e conduz seus filhos até Cristo. Mais do que uma tradição cultural, dedicar maio a Maria é uma experiência profundamente espiritual. Ela é o “sim” que mudou a história da humanidade, a mulher que confiou plenamente nos planos de Deus mesmo sem compreender tudo. Ao olhar para Maria, os fiéis encontram um modelo de fé simples, silenciosa e firme. Em meio às dificuldades da vida, recordar sua presença é lembrar que nunca estamos sozinhos. Como mãe atenta, ela caminha conosco, enxuga nossas lágrimas e fortalece nossa esperança. Durante este mês, a Igreja convida os fiéis a expressarem esse amor de forma concreta. Uma das práticas mais conhecidas é a oração do terço, que pode ser rezado individualmente, em família ou em comunidade. Cada Ave-Maria é como uma rosa oferecida à Mãe, formando um buquê espiritual de carinho e devoção. Além disso, as coroações de Nossa Senhora, tão comuns nas paróquias, especialmente com as crianças, são momentos de grande beleza e significado, pois reconhecem Maria como Rainha do Céu e da Terra. Outra maneira profunda de vivenciar esse tempo é cultivar pequenos gestos no dia a dia: preparar um altar em casa com a imagem de Nossa Senhora, acender uma vela, oferecer flores, fazer leituras bíblicas que recordem sua missão e, principalmente, imitar suas virtudes. A humildade, a escuta atenta da Palavra de Deus e o cuidado com o próximo são formas concretas de honrar Maria, indo além das palavras e transformando a devoção em vida. Por fim, viver o mês de maio é deixar-se envolver pelo amor materno de Maria e permitir que ela nos conduza a um encontro mais íntimo com Jesus. É um tempo de voltar o coração para Deus com confiança, sabendo que temos uma Mãe que intercede por nós em todos os momentos. Que cada fiel aproveite esse tempo de graça para fortalecer sua fé, renovar sua esperança e experimentar, de forma especial, o carinho e a proteção de Nossa Senhora. Por: Pascom Paróquia São Sebastião Referências Bibliográficas: 1. Magistério da Igreja - Encíclica “Mense Maio” (1965), do Papa Paulo VI — documento que reforça a importância da devoção a Maria especialmente no mês de maio. - Exortação Apostólica “Marialis Cultus” (1974), também de Paulo VI — orienta sobre a correta devoção mariana na Igreja. 2. Catecismo da Igreja Católica - §§ 971 e 2673–2679 — tratam da veneração a Maria, sua intercessão e a oração do Rosário. 3. Tradição da Igreja Registros históricos indicam que o costume foi promovido em colégios jesuítas e depois difundido para toda a Igreja. 4. Documentos e conteúdos pastorais CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) — materiais litúrgicos e catequéticos sobre o mês mariano. Diretório sobre Piedade Popular e Liturgia (2001) — documento da Santa Sé que reconhece e orienta práticas como o terço e as devoções marianas. 5. Bíblia Sagrada Lucas 1,26-38 (Anunciação) Lucas 1,39-56 (Visitação e Magnificat) João 19,25-27 (Maria aos pés da cruz)

  • O Bom Pastor nos chama: você tem reconhecido a voz de Jesus?

    Foto: Pascom No último domingo, fomos convidados pela Palavra de Deus a contemplar uma das imagens mais bonitas do Evangelho: Jesus como o Bom Pastor. Ele não é um pastor distante, mas alguém que conhece, chama e caminha junto com cada uma de suas ovelhas. O Evangelho nos recorda que Jesus nos conhece pelo nome. Isso significa que, para ele, não somos apenas mais um na multidão. Ele conhece nossa história, nossas alegrias, nossas lutas e até aquilo que guardamos no silêncio do coração. E, mesmo assim, continua nos chamando com amor. A Palavra nos convida a algo muito simples e, ao mesmo tempo, muito profundo: aprender a reconhecer a voz de Jesus. E como reconhecer essa voz? A voz do Bom Pastor acalma, orienta e traz paz. Nós a encontramos na Palavra de Deus, na oração sincera, na vida da Igreja e nos gestos de amor que somos chamados a viver todos os dias. Quando Jesus diz que é o caminho seguro para suas ovelhas, ele nos recorda que, com ele, nunca estamos perdidos. Mesmo quando erramos ou nos afastamos, Ele continua nos procurando, nos esperando e nos convidando a recomeçar. A grande promessa de Jesus permanece atual para todos nós: Ele veio para que tenhamos vida, e vida em abundância. Essa vida começa agora, nas pequenas escolhas diárias, quando optamos pelo bem, pelo perdão, pela paciência e pela confiança em Deus. Senhor Jesus, Bom Pastor, ajuda-nos a reconhecer a tua voz em meio a tantas outras. Dá-nos um coração atento, confiante e disposto a te seguir todos os dias. Por: Pascom

  • Retiro Paroquial para Casais promove fortalecimento da fé e da vida conjugal

    A Paróquia São Sebastião realizará, no dia 03 de maio (domingo) , das 07h30 às 17h00 , o II Retiro Paroquial para Casais , um encontro especial voltado ao fortalecimento espiritual e à vivência do matrimônio cristão. Com o tema “O Casal Cristão dentro do propósito de Deus na Sagrada Escritura e no mundo atual” , o retiro propõe um momento profundo de reflexão, partilha e renovação da fé, ajudando os casais a redescobrirem o sentido da união à luz do amor de Deus. Inspirado na Palavra — “O que Deus uniu o homem não separa”  (Mt 19,6) — o evento convida os participantes a fortalecerem os laços conjugais, cultivando o diálogo, o perdão e a espiritualidade no dia a dia. Ao longo da programação, os casais poderão vivenciar momentos de oração, palestras formativas e dinâmicas que favorecem a convivência e o crescimento mútuo. O retiro é uma oportunidade única para desacelerar a rotina e investir naquilo que é essencial: o amor e a presença de Deus na vida a dois. A participação terá uma contribuição de R$ 60,00 por casal , destinada à alimentação durante o evento. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do QR Code disponível no material de divulgação ou pelo link: paroquiasaosebastiaops.com.br/retiroparacasais2026 Não perca essa oportunidade de viver um dia especial de graça, renovação e fortalecimento do seu matrimônio. Convide seu cônjuge e participe! 💑🙏

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